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Diário da Região

16/11/2017 - 22h56min / Atualizado 16/11/2017 - 23h01min

Cartas do Leitor

Acupuntura/gravidez

A gravidez é um dos momentos mais surpreendentes na vida da mulher. Fase em que ocorrem diversas mudanças no corpo e na mente que se preparam para a chegada do bebê. Além da alegria, todas as inseguranças e a grande ansiedade, o corpo também passa por um processo incrível para gerar essa outra vida.

No primeiro trimestre da gestação, a maioria das mulheres sofre bastante com os enjoos, principalmente matinais.

Em alguns casos mais graves, a gestante pode desenvolver a hiperemese gravídica, que causa vômitos intermitentes e pode acarretar na falta de nutrientes e minerais, anemia e perda peso. Além dos enjoos, as dores articulares e lombares, devido ao aumento de peso, a cefaleia e o inchaço também são recorrentes durante toda a gravidez e podem atrapalhar muito o dia-a-dia das futuras mamães.

Diante desse cenário tão complexo, é importantíssimo que a gestante tenha o acompanhamento de uma equipe médica multidisciplinar composta por médico obstetra, nutricionista, médico acupunturista, entre outros. Dessa forma, assegura-se que que sejam ministrados os tratamentos e medicamentos corretos durante todo o pré-natal.

No caso da Acupuntura, sua ação sistêmica busca principalmente o equilíbrio físico, energético e emocional, por isso a terapia se tornou uma importante aliada das grávidas. A terapia age de forma assertiva na diminuição dos desconfortos comuns da gravidez, auxilia na diminuição do uso de medicamentos e seus efeitos colaterais e, principalmente, não possui restrições, pode ser aplicada desde o início da gravidez até o período pós-parto.

Para as futuras mamães que sofrem muito com a ansiedade, bastante comum nessa fase, a Acupuntura também traz resultados excelentes. Como qualquer outro tratamento médico, antes de aplicada é preciso uma avaliação detalhada que deve ser feita pelo médico acupunturista, que estabelecerá a melhor forma de tratamento.

Luciano Curuci, médico ginecologista, São Paulo.

Aborto

Acho incoerente a discussão sobre um assunto que já foi amplamente analisado e já definido em lei. E mesmo assim, na minha opinião, o aborto deve ser uma decisão apenas da própria mulher. Para mim o cidadão só existe de fato após o nascimento. Na gravidez é um ser ainda em desenvolvimento. Faz parte do corpo da mulher.

Na reportagem de 15/11/2017 sobre o tema, achei muito importante a opinião do médico, pois conhece como um todo o assunto. Mas foi totalmente desnecessária a opinião de um padre, cujo conhecimento é limitado e apenas religioso e se desvia do que a discussão realmente almeja, que deve se voltar à saúde pública e aos direitos individuais das pessoas.

Luciano Custódio, Rio Preto.

Pobreza

O "Dia Mundial dos Pobres", instituído pelo Papa Francisco, celebrado por primeira vez no dia 19 de novembro deste ano, é muito significativo para o Brasil e o mundo de hoje. A pobreza tem aumentado em nosso país pelo terceiro ano consecutivo.

Seu decréscimo na década anterior deveu-se às políticas econômicas e sociais mais certeiras que as atuais. A Organização das Nações Unidas, em um relatório sobre o Financiamento para o Desenvolvimento, de maio deste ano, diz que 6,5% da população mundial continuará na pobreza extrema até 2030.

Isso não significa que a partir daquele ano esse problema seja solucionado. Trata-se, apenas, de uma data fixada por líderes mundiais em um acordo chamado "Agenda 2030", com metas para o desenvolvimento sustentável, incluindo a redução da pobreza.

Tais metas serão alcançadas se o capitalismo continuar imperante no mundo? Certamente, não, pois esse sistema já provou sua incapacidade para solucionar o fenômeno da pobreza. Aliás, ele o fomenta. Ademais, esse fenômeno se agravará se o capitalismo continuar sendo predominantemente financeiro.

Dom Reginaldo Andrietta, bispo diocesano de Jales.

Bandeira

A primeira bandeira a tremular nos céus brasileiros foi a do império português. Em 1822 o Brasil se tornou independente de Portugal e ganhou pavilhão próprio que representou o país até dia 14 de novembro de 1889.

A Bandeira Brasileira atual foi oficializada em 19 de novembro de 1889 e foi hasteada pela primeira vez neste dia e às 12:00 horas, daí o referido dia ser considerado " o dia da bandeira". A Bandeira provisória da nascente república durou apenas 4 dias e imitava fortemente a bandeira americana.

O desenho original de nossa bandeira foi do pintor francês Jean Baptista Debret, sendo o projeto de autoria de Raimundo Teixeira Mendes (Positivista) e Miguel Lemos (Diretor do Apostolado Positivista do Brasil) com supervisão do astrônomo Manuel Pereira Reis e Décio Valadares (pintor).

Antes da Bandeira atual o Brasil teve outras dez no transcurso de sua História até 1889. Praticamente, só houve a modificação da parte central da Bandeira Imperial, inserindo-se esfera azul-celeste e a divisa "Ordem e Progresso", no lugar da Coroa Imperial. Esta questão gerou intermináveis debates nos meios intelectuais e políticos brasileiros e até hoje causa fortes reações.

Antonio Caprio, Tanabi.

Combustível

Na contramão de Rio Preto, "Petrobras anuncia redução de preços de gasolina e diesel a partir de sexta-feira". Mais: "Segundo nota da companhia, preço da gasolina terá redução de 0,38% e do diesel, de 1,3% em refinarias; combustíveis acumulam queda em novembro". Mais ainda: "Desde o início de novembro, esta é a quarta redução anunciada pela Petrobras no preço da gasolina. O combustível também registrou sete altas no mesmo período."

E finaliza: "No acumulado para os 17 primeiros dias do mês de novembro, o preço da gasolina nas refinarias registra queda acumulada de 3,7%. Já o diesel tem retração acumulada de 1,3%". Parece que escondem alguma coisa, afinal, em meio a altas e baixas, o saldo final de reduções é muito maior que os de aumento. No entanto, só sobe por aqui. Até quando?

Wanderson Clayson Coldri Sá, Rio Preto.

 

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