Diário da Região

05/10/2017 - 23h25min

Cartas do Leitor

Pilhéria

O vereador Pauléra, pelo vernáculo, por pouco não rima com pilhéria, mas na adjetivação, quase que se equipara com piada, talvez, como chalaça. Para que se justifica e qual a utilidade prática de se beneficiar do dinheiro do erário público para oferecer homenagem ao prefeito da capital, João Doria, outorgando-lhe título de honorário rio-pretense ao pretenso candidato à presidência da República?

Como subterfúgio, para amparo legal das despesas, por sinal, inúteis, apresenta documentos justificativos de que a viagem serviu também para desempenhar atividades parlamentares de interesse público, segundo a “Coluna do Diário”, assinada por Rogério Castro, de quarta-feira, 04-10, p. 3A. Contudo, ainda que fossem, mas quais foram tais atividades e no que redundaram? Claro, em nada, absolutamente em nada.

E com esta mentira e lorota boa, até o presidente do Legislativo, Jean Charles, caiu na pilhéria, sugerindo a rejeição da denúncia de Marco Rillo. Pois é puro e autêntico corporativismo e, como aquele velho ditado, de que bode cheira bode e, com eles ninguém pode, ficou o dito pelo não dito e a pilhéria do senhor Pauléra transformou-se milagrosamente na mais sagrada verdade, a fazer inveja até dos mais descrentes mortais.

Antonio Luiz Pimentel, Rio Preto.

Desperdício

Milhões de pessoas no mundo todo passam fome, entretanto, o desperdício de alimentos acontece desde a sua produção até chegar à cozinha, demonstrando a necessidade de se rever conceitos e atitudes em relação a esta situação. Aí também vem aquela história: “o pouco que sobrou em seu prato, e que foi jogado ao lixo, está faltando no prato de alguém”.

A fome é um problema que assombra grande parte dos habitantes do planeta e para solucionar esta questão não basta aumentar a produção de alimentos por intermédio de ampliação de área plantada ou pelo aumento de safras, fazendo-se necessário que se tomem atitudes relacionadas também com o controle dos desperdícios.

O ciclo de desperdício de alimentos começa no campo e continua no transporte, na armazenagem e na comercialização para se fechar na cozinha do consumidor. Enquanto isso, milhões de pessoas padecem na fome e na miséria.

O custo e o consumo de alimentos dependem de variadas situações sociais e de mercado que determinam o acesso da população aos alimentos e que são elas: concentração da terra e da renda, desemprego e as desigualdades do desenvolvimento econômico, são fatos que contribuem de forma decisiva para o incremento da fome.

Em assim sendo, a relação entre o desperdício e a fome nacional têm sua razão de ser, visto que acreditamos ser possível diminuir o preço dos alimentos se esta margem de perdas fosse exterminada dos cálculos de produção, levando a um barateamento dos alimentos, não deixa de ser uma hipótese para melhoria desse aspecto.

Alessio Canonice, Ibirá.

Corrupção e impostos

Existem hoje em nosso Brasil duas vertentes nocivas à nação brasileira. Ema delas é a corrupção de presenciamos todos os dias; a outra é o aumento deliberado de impostos. Ambas as ações só tendem a prejudicar o país e os empresários, entre eles os autônomos, todos de boa-fé que acreditam que através do trabalho sério e honesto podem obter sucesso em seus negócios.

A corrupção é algo descabido de políticos, funcionários públicos e também empresários de má-fé, que só buscam benefícios para ambos em detrimento de um país inteiro, sem classificar classe social, todos são prejudicados.

Não diferente é o aumento de impostos, que é enfiado goela abaixo, por também políticos aliados ao governo. Neste caso poderia ter uma solução, pois a corrupção, só mesmo a Polícia Federal poderá dar um fim, administração do bem público deveria ter uma gestão tal qual tem-se nas empresas, principalmente em tempos de crise.

Se falta verba, há de se promover estudos, enxugar, postergar obras públicas, que por vezes levam do nada a lugar nenhum, sem contar com inúmeras obras inacabadas, passando de um para outro.

Também o excesso de pessoal e em muitos casos, são apenas cabide de emprego, de benesses que envolvem favores políticos. Ainda bem que existem brasileiros e instituições corajosos que buscam enfrentar, debater para não permitir o abuso de aumento de impostos, caso contrário teríamos um faturamento, nas empresas de 100, dos quais 30% seria de fato do empresário e os outros 70% dos governos.

Tenho a convicção se tivéssemos taxas e impostos justos para todos, não haveria tanta sonegação, tanto caixa dois e consequentemente mais recursos para administração pública.

Paulo Narcizo Rodrigues, Rio Preto.

Escola sem doutrina

São incontáveis e repugnantes os números de vídeos, textos e mensagens nos meios de comunicação virtual onde professores, educadores e profissionais ligados à educação promovem clara e inequívoca politização partidária em salas de aula, pátios de escola e até quadras esportivas.

Desde o final da ditadura, muitas instituições de ensino público brasileiro transformaram-se em centros organizados de proliferação de diretrizes e engajamento político-partidário esquerdista, comunista e até anarquista. A sociedade civil - principalmente os pais - também é responsável por essa politização do nosso ensino, à medida que negligenciamos nossa responsabilidade ao deixamos de participar e fiscalizar o ambiente estudantil dos nossos filhos.

À medida que abandonamos nossa tarefa de agentes participativos criamos uma imensa lacuna que vem sendo aproveitada e preenchida por professores irresponsáveis e sindicatos pelegos, para transformarem alunos e alunas em aprendizes de ativismo político.

Escola é, acima de tudo, local de transmissão de ensinamento. Assuntos que dizem respeito à pessoalidade do aluno, como religião e sexualidade, deverão ser discutidas em local e momento oportunos, com direito de livre discussão e pensamentos às partes contraditórias, com democrática equidade de forças.

Não queremos a censura dentro das classes de aula, é justamente o contrário: queremos a igualdade de direito no que tange a discussão dos assuntos mais importantes relativos à formação intelectual, social e moral do aluno. Queremos apenas impedir o abuso de poder por parte de docentes tendenciosos, e de proteger os direitos da parte mais fraca.

Ivo Ceron Junior, Tanabi.

Cartas

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP

2) Entregues pessoalmente no endereço acima

3) Por fax - (0xx17) 2139-2090

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