Diário da Região

05/10/2017 - 21h49min

Sua Saúde

Cirurgia plástica em caso de câncer de mama; saiba como é o procedimento

Existem hoje várias formas de reconstrução, que geralmente é decidida pelo cirurgião plástico e a paciente

Temos observado um aumento no número de casos de câncer de mama em mulheres, e diferente do passado, o diagnostico tem sido precoce com tumores muito pequenos, o que favorece o tratamento e o prognostico.

Atualmente, a cirurgia plástica tem um papel relevante nas pacientes que apresentam esse diagnostico, pois hoje a reconstrução é imperativa após a cirurgia para retirada do tumor ou da mama toda, pois a mama além de desempenhar seu papel na maternidade é um símbolo de feminilidade. É fundamental para a autoestima e consequente equilíbrio emocional, que quando ruim afeta diretamente o sistema imunológico que, nesse momento é crucial para a cura da doença.

Pelos motivos acima, diferente do passado que se esperava no mínimo cinco anos para a reconstrução, hoje ela é feita imediatamente (no mesmo momento) da retirada da mama.

Outro aspecto atual é a retirada da mama contralateral, ou seja, a mama que não possui a doença, como fez a atriz Angelina Jolie.

Em um primeiro momento pode parecer algo agressivo, entretanto, quando se coloca que existe um risco próximo a 10% de tumor nessa mama, os resultados são superiores e justifica-se plenamente a sua retirada, já que ninguém quer ter chance de passar novamente por isso e sempre almeja resultados melhores.

Existem hoje várias formas de reconstrução, que geralmente é decidida pelo cirurgião plástico e a paciente, respeitando sempre as possibilidades técnicas resultantes da mastectomia (retirada da mama).

Atualmente, o quem mais temos empregado é o uso de próteses de silicone de imediato ou expansores de pele ( bolsas de silicone que vão sendo infladas com soro semanalmente) que após obtido a expansão desejada são substituídos por próteses definitivas.

Para casos onde estas duas táticas não podem ser utilizadas, ainda podemos reconstruir as mamas com a pele e a gordura do abdômen ou das costas da própria paciente.

A cirurgia em si apresenta riscos reduzidos, contudo as complicações locais podem acontecer, como necroses de pele, acúmulo de líquido, deformidades e perda das próteses. Com isso, tanto o cirurgião quanto a paciente precisam estar preparados para possíveis novas intervenções e prolongamento do tempo necessário para obtermos o resultado possível e desejado.

Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Diário da Região. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Diário da Região poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

Di´rio Im&ocute;veis

Di´rio Motors

Esqueci minha senha
Informe o e-mail utilizado por você para recuperar sua senha no Diário da Região.

Já sou assinante

Para continuar lendo esta matéria,
faça seu login de acesso:

É assinante mas ainda não possui senha?
Não lembro a minha senha!

Assine o Diário da Região Digital

Para continuar lendo, faça uma assinatura do Diário da Região e tenha acesso completo ao conteúdo.

Assine agora

Pacote Digital por apenas R$ 16,90 por mês.
OUTROS PACOTES


ou ligue para os telefones: (17) 2139 2010 / 2139 2020

Cadastro Grátis
Diário da Região
Clique no botão ao lado e agilize seu cadastro importando seus dados básicos do facebook
Sexo
Defina seus dados de acesso