Diário da Região

04/10/2017 - 18h10min

FINANCEIRO

Notícias sobre privatização e emissões agitam mercado

Emissão do Tesouro e ruído com Petrobras guiaramo dólar para baixo

O anúncio de emissão externa do Tesouro Nacional e ruídos sobre uma eventual privatização da Petrobras, após o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, afirmar na segunda-feira, 2, à noite, que este "é um caminho", levaram o dólar a recuar ante o Real nesta terça-feira, 3, pelo quarto dia consecutivo.

A queda, no entanto, ficou limitada no patamar de R$ 3,14 que, de acordo com especialistas, é um nível considerado confortável diante de incertezas políticas que o País tem pela frente, com destaque para a reforma da Previdência.

A Secretaria do Tesouro Nacional anunciou nesta terça a emissão de títulos públicos no exterior, com vencimento em 13 de janeiro de 2028, além da recompra de títulos públicos do mercado. Os recursos captados no exterior são incorporados às reservas internacionais.

Outro fator interno também contribuiu para a fraqueza da moeda americana. Na segunda-feira à noite, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, admitiu que a privatização da Petrobras deve acontecer, mas salientou que o movimento está "fora de cogitação" neste momento. "Acho que vai acontecer, é um caminho, mas não dá para tocar todas as agendas", disse.

No mercado à vista, o dólar fechou em baixa de 0,30%, aos R$ 3,1466. O giro financeiro somou US$ 824 milhões. Na mínima, a moeda ficou em R$ 3,1417 (-0,45%) e na máxima, R$ 3,1656 (+0,30%).

No mercado futuro, o dólar para novembro caiu 0,39%, aos R$ 3,1555. O giro financeiro somou US$ 12,41 bilhões. Durante o pregão, a divisa oscilou de R$ 3,1545 (-0,42%) a R$ 3,1785 (+0,33%).

Bovespa

Os investidores do mercado brasileiro de ações retomaram com força o ímpeto comprador e levaram o Índice Bovespa nesta terça-feira, 3, a um novo recorde histórico.

Um conjunto de fatores - essencialmente domésticos - foi apontado como incentivador das ordens de compra, que levaram o índice a encerrar o pregão aos 76.762,91 pontos, em alta de 3,23%, na máxima do dia. Foi, ainda, a maior alta porcentual desde 3 de janeiro (+3,73%). O volume de negócios na bolsa brasileira somou R$ 11,3 bilhões, acima da média diária de setembro (R$ 9,9 bilhões).

Entre os principais fatores que movimentaram o pregão estiveram especulações otimistas acerca da agenda de privatizações do governo e de alterações em depósitos compulsórios dos bancos.

As ações da Petrobras foram destaque de alta durante todo o dia, na contramão da queda dos preços do petróleo. Ao final do pregão, Petrobras ON e PN subiram 4,65% e 3,77%, respectivamente. Eletrobras ON e PNB dispararam 6,13% e 7,10%. Banco do Brasil ON avançou 4,06%.

Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Diário da Região. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Diário da Região poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

Di´rio Im&ocute;veis

Di´rio Motors

Esqueci minha senha
Informe o e-mail utilizado por você para recuperar sua senha no Diário da Região.

Já sou assinante

Para continuar lendo esta matéria,
faça seu login de acesso:

Não lembro a minha senha!

Assine o Diário da Região Digital

Para continuar lendo, faça uma assinatura do Diário da Região e tenha acesso completo ao conteúdo.

Assine agora

Pacote Digital por apenas R$ 16,90 por mês.
OUTROS PACOTES


ou ligue para os telefones: (17) 2139 2010 / 2139 2020

Cadastro Grátis
Diário da Região
Clique no botão ao lado e agilize seu cadastro importando seus dados básicos do facebook
Sexo
Defina seus dados de acesso