Diário da Região

30/09/2017 - 21h14min

CARTAS DO LEITOR

Cidadão honorário

Oferecer o título de cidadão honorário a uma pessoa de outra cidade, no meu entender, é um ato que deve ser analisado com grande critério e responsabilidade

Cidadão honorário

Oferecer o título de cidadão honorário a uma pessoa de outra cidade, no meu entender, é um ato que deve ser analisado com grande critério e responsabilidade, não só pelo vereador que a propõe, como também dos seus colegas da Câmara Municipal e toda sociedade em geral.

Nos dizeres mencionados na placa de um título de cidadão honorário de São José do Rio Preto, consta: “A Câmara Municipal de São José do Rio Preto, em cumprimento do Decreto Legislativo, concede o título de cidadão honorário rio-pretense ao senhor..., em reconhecimento aos relevantes serviços prestados, visando o desenvolvimento do Município de São José do Rio Preto”.

Conceder um título dessa magnitude a um outro político, que foi eleito pelos votos do povo para cumprir suas obrigações, não pode ter esse merecimento, até porque o mesmo ganha pelo seu cargo e tem por obrigação de exercer a sua função.

O proponente vereador de tal título tem por obrigação verificar melhor o seu agraciado, usando mais sua consciência do que seu gosto pessoal. A cidadania para quem um dia veio de outras terras, seja de fato quem mereça, de preferência um residente local, aquele que a sociedade toda acompanhou sua trajetória de luta, seu exemplo de vida e dos seus benefícios em contribuição com a cidade que um dia lhe acolheu. Seja ele quem for, a profissão que exercer, mas, que tenha gravado parte de sua história aqui, e não um mero visitante. Aí sim será merecedor de tal honraria e não será banalizado o objetivo deste importante troféu.

Dedé Méssici, Rio Preto.

Não me representam

Tem muitas coisas na política que fica difícil compreender. Umas delas é a questão por parte de alguns vereadores de Rio Preto que sugerem homenagens para figuras políticas para receberem títulos honorários como cidadãos rio-pretenses.

Penso que esses vereadores não têm coisa mais importante para fazer à nossa cidade, só querem aparecer e usar nossos recursos com longas viagens, estadias e carros com motoristas. Por si só isso já seria uma afronta, porém, não satisfeitos, resolvem indicar personalidades políticas que nada têm a ver com nossa cidade ou tenham contribuído com ela. Exemplo disso são as indicações dos senhores Bolsonaro e João Dória para receber este título.

Agora digam: o que estes fizeram por nossa cidade? Talvez esses nobres vereadores tenham algum interesse, mas e nós? O que você, morador, sabe ou lembra que nos favoreceram como cidadãos? Chegam a ser patéticas as imagens divulgadas pelo Diário desses vereadores juntos com esses políticos.

Por que não indicam personalidades da nossa cidade ou região que merecem e realizaram boas ações sociais para nossa sociedade e que fazem a diferença? Sabemos da resposta, estes não lhe trazem votos ou causam oba-oba.

Estes políticos acham que somos tolos ou que não vamos nos lembrar deles nas próximas eleições. A vontade e a indicação dos senhores não nos representam e creio que da maioria também, ao contrário, nos causam nojo e indignação. Tenham a santa paciência.

Jorge Luiz Flauzino, Rio Preto.

Brasília

Eu tenho 65 anos de idade e posso afirmar que não conheço Brasília. Num passado distante, eu tinha esse desejo, afinal, se trata da capital do nosso país. Hoje, por causa das quadrilhas que alavancam a corrupção, esse desejo está a desaparecer, e não apenas por isso, vez que a viagem de carro ou avião ficaria muito além das possibilidades. Ou seja, evito a despesa da viagem e vou conhecendo a nossa capital via jornais, internet e televisão.

Agora, o difícil é tomar conhecimento de que vereadores viajaram a Brasília com recursos do povo. Esse tipo de despesa, talvez, denote comportamento incongruente, inapropriado ou inconveniente. Por fim, num artigo anterior, eu comentei sobre a relevância da homenagem aos Bolsonaros, mas nesse momento posso também afirmar que reduziu-se o encanto.

Justifico: os Bolsonaros não concordariam que alguém viajasse com recursos do povo para tratar de assunto pessoal. Em tempo: a maioria do povo, não conhece Brasília, no entanto, paga as despesas de muitos. E a vida segue.

Jorge G. Hipólito, Rio Preto.

Religião

Muito se fala, muito se debate, criam-se controvérsias, discussões, xingamento, ódio e rancor quando se discute ou se fala em religião. Afinal são mais de cinco mil religiões, e nosso Brasil se diz que é laico, isto é não defende religiões, cada um segue a sua. Aí fico pensando nas escolas: poderia ter, mas não como matéria de currículo escolar, e sim para evangelizar crianças e jovens, além de adultos, para que amanhã tenhamos menos bandidos, pois conseguiram ouvir algum dia falar de Deus.

Mas penso que isso poderia ser realizado nas escolas em dias alternativos, nas quadras de esportes, pátios, auditórios, talvez em alguns sábados ou domingos, entre pais e filhos, e dando direito a todas as religiões. A presença seria facultativa, ou seja, vai quem quer. Agora sobre política nas escolas, sou completamente a favor, sem partidarismo, claro, apenas como esclarecimentos das leis e atitudes “políticas”.

Lembram-se da matéria OSPB (Organização Social e Política Brasileira)? Era matéria obrigatória no currículo escolar, fazíamos decoreba, tínhamos que saber nome do presidente da República, seu vice, o governador, e os ministros, que na minha época já eram demais (eram 16 ministros), tinha provas escritas e chamada oral; valia nota.

Sendo assim, quem sabe voltasse essa matéria nas escolas quem sabe amanhã mais jovens estariam sabendo votar e menos políticos bandidos existiriam, quem sabe futuramente não precisaríamos mais de lava jato.

João Antonio Pereira Junior, Rio Preto.

Caráter

É evidente que toda e qualquer ação de violência tanto fisicamente como eticamente, vem do mau proceder de seres humanos que são ignorantes ou fazem vista grossa aos preceitos divinos de Jesus. O que tem de sábios e intelectuais em várias áreas do saber humano fazendo omelete de ovos estragados mesmo conhecendo o produto bom não está no gibi.

Clevis Toscano, Rio Preto.

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