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Diário da Região

06/10/2017 - 14h12min / Atualizado 18/09/2017 - 18h02min

VESTIBULAR

Os 3 erros mais comuns na redação do Enem

Veja quais são os principais pontos em que os estudantes 'escorregam' na hora de escrever a redação e saiba como evitar esses erros

Pixabay Para conseguir a famosa redação nota mil, é preciso mais do que apenas estudar assuntos de atualidades, cobrados nesta prova
Para conseguir a famosa redação nota mil, é preciso mais do que apenas estudar assuntos de atualidades, cobrados nesta prova

A prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma das mais temidas pelos estudantes que buscam uma vaga nas faculdades públicas do Brasil. Neste ano, a prova acontece nos dias 5 e 12 de novembro, sendo que a redação é feita no primeiro dia de exame. Por isso, quem vai passar pelo teste precisa se preparar.

A nota máxima da redação é mil, mas para chegar lá é preciso ir além de estudar os assuntos de atualidades que podem servir de base para o tema proposto para o texto. Além de estar antenado com o que acontece no Brasil e no mundo, o candidato deve elaborar um bom texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas, com uma excelente proposta de solução.

Gabriela de Araújo Carvalho, coordenadora de redação do curso Poliedro, destaca que existem alguns erros recorrentes que os candidatos cometem nesta etapa do exame. Com o objetivo de auxiliá-los a evitar essas falhas no decorrer texto, a especialista aponta abaixo quais são elas e como saná-las:

1 – Fugir do tema solicitado

É preciso ter muita atenção ao desenvolver o tema solicitado na redação do Enem, aponta Gabriela. Por isso, o vestibulando deve se ater as palavras-chave do assunto, com o intuito de garantir que não fugirá do enfoque. Em 2016, por exemplo, quando a redação solicitou “caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil", palavras- chave importantes a serem utilizadas no texto foram “caminhos”, “combate” e “intolerância religiosa”.

2 – Não identificar o problema

Um dos pressupostos da redação do Enem é o de que há um problema a ser resolvido. Neste sentido, o candidato deve refletir sobre o assunto e não apenas descrevê-lo. “É preciso mostrar que esse problema desencadeia questões relativas aos direitos humanos”, reforça Gabriela.

3 – Criar uma proposta de intervenção confusa

O terceiro ponto mais difícil para os candidatos ao Enem, segundo a coordenadora de Redação, é detalhar a proposta de intervenção com clareza e coerência. É necessário propor de forma lógica as soluções pensadas para o problema identificado.

Segundo Gabriela, essa proposta precisa ter agente, detalhamento da ação (quem vai fazer, o que será feito e de qual forma), além de estar totalmente interligada àquilo que foi descrito no corpo do texto. “Se o candidato estiver por dentro do tema pedido, relacionando-o aos direitos humanos e trazendo uma solução coesa e eficaz, pode ficar tranquilo ao desenvolver a redação”, finaliza.

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