SÃO JOSÉ DO RIO PRETO | QUINTA-FEIRA, 07 DE JULHO DE 2022
Rio Preto em Foco

As primeiras escolas da cidade

De Escolas Reunidas a Cardeal Leme e Monsenhor Gonçalves: coluna lista os primeiros colégios de Rio Preto

Cesar Belisario
Publicado em 02/02/2020 às 00:30Atualizado em 07/06/2021 às 07:40
Professor Luis de Castro Pinto com alunos da Escolas Reunidas, em 1910 (Fotos: Arquivo Público Municipal)

Professor Luis de Castro Pinto com alunos da Escolas Reunidas, em 1910 (Fotos: Arquivo Público Municipal)

Até o início do século 20, Rio Preto ainda tinha poucas escolas. No dia 12 de março de 1910, o prefeito Adolpho Guimarães Corrêa reuniu as escolas municipais num único prédio, na rua Antônio Olímpio (hoje Voluntários de São Paulo), esquina com a rua Tiradentes, passando a denominar-se Escolas Reunidas. Em 1º de setembro de 1919, ela foi transformada no 1º Grupo Escolar de Rio Preto e é iniciada a obra de construção do prédio na Praça Rio Branco, inaugurado em 1922.

Em 17 de novembro de 1942, passa a denominar-se Grupo Escolar Cardeal Leme. Em 1962, o prédio foi demolido para dar lugar ao novo Fórum e a escola foi transferida para o atual prédio, na praça João Bernardino de Seixas Ribeiro. Em 1920, surge o Colégio Santo André. Primeiramente funcionou onde hoje é o Praça Shopping e depois na rua Voluntários de São Paulo. Em 1929 é inaugurado o novo prédio, no final da rua Rubião Júnior e, no ano seguinte, o colégio já estava funcionando em regime de internato.

O Colégio Agostiniano São José só foi criado em 28 de agosto de 1947, em Engenheiro Schmitt, distrito de Rio Preto. Em 1921, foi fundado o Collegio 7 de Setembro, sob a direção das professoras Fausta Atahyde Lopes e Nair Lopes. O colégio funcionava na rua XV de Novembro.

O 2º Grupo Escolar foi instalado em 3 de março de 1927, na esquina das ruas Prudente de Moraes e Boa Vista. Em 17 de outubro de 1943, foi inaugurado o novo prédio, na Praça Carlos Gomes, na rua Boa Vista. Em 24 de maio de 1944, passou a denominar-se Grupo Escolar Theotônio Monteiro de Barros Filho, até 6 de agosto de 1955, quando passou a chamar-se Grupo Escolar Ezequiel Ramos.

Em 16 de novembro de 1927, foi fundado a Escola D. Pedro II, funcionando no prédio na rua Jorge Tibiriçá, nº 9. Em 1931, mudou-se para a rua General Glicério, esquina com a rua Rubião Júnior e, em 1958, construiu um novo prédio no local. A Cometa Filmes fez um belo registro da aula inaugural.

Em julho de 1928, surgiu o primeiro Gymnasio São Luiz, que começou a funcionar com 80 alunos matriculados. Já para o início de 1929, foram registradas mais de 200 matrículas e até foi cogitado transformá-lo em colégio internato. O Colégio Monsenhor Gonçalves foi fundado em 15 de agosto de 1929, pelo Monsenhor Joaquim Manoel Gonçalves e pelo professor Francisco Felippe Caputo. No dia seguinte, iniciaram as aulas com 12 alunos com a denominação de Ginásio Diocesano. Em 1932, passou a denominar-se Ginásio São Joaquim e de 1939 a 43 denominou-se Ginásio Estadual. Teve ainda mais oito denominações e, somente em 1967, passou a denominar-se Monsenhor Gonçalves.

No livro "Álbum da Comarca de Rio Preto - 1927/1929", ainda temos o registros de Collegio Barão do Rio Branco, do Collegio Jovens Syrios, Collegio Syrio Brasileiro, Escola Republicana e o Externato Ruy Barbosa.

Construção do Colégio Santo André, em 1928

Alunos em frente ao Collegio 7 de Setembro, na rua XV de Novembro

Colégio Estadual, que depois passou a se chamar Escola Monsenhor Gonçalves

Gimnasio São Luiz, criado em julho de 1928

Grupo escolar Cardeal Leme, na praça Rio Branco, onde hoje é o Fórum

Colégio Santo André, na rua Voluntários de São Paulo

 
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