|
|
|
› Da capital para Rio Preto
|
|
29 de julho. 2010
|
|
Ministério Público propõe implantar rodízio no trânsito
|
|
|
Enquanto possível, eu aproveito para expressar o que penso, obviamente, com suporte na Constituição Federal, pois está vigente esse direito, ainda. Complementando: entre o rodízio e a proibição, eu optaria pela proibição, ou seja, proibi-se o trânsito nas áreas consideradas críticas e as ruas ficarão livres; as paz reinará entre os transeuntes - calmaria total. Ao mesmo tempo o município instala garagem pública, bem como permite as particulares. Pronto está resolvido. Aos contrários afirmo: essa é a minha opinião o que não impede as outras.
|
Jorge Gerônimo Hipólito
30/07/2010
|
|
|
|
|
|
Queiram ou não, isso não só vai acontecer nas ruas do Centro e Redentora, como acontecerá na cidade toda a longo prazo. É uma fórmula muito lógica: muitos veículos + ruas estreitas = trânsito complicado.
Não sou detrator do uso de veículos, mas o fato é que é um transporte individualista por excelência. Outros agravantes como falta de respeito e cordialidade, motociclistas ultrapassando pela direita, veículos grandes transitando a 30 km/h na faixa da esquerda.
A utilização do (bom) transporte coletivo reduziria o tráfego, mas a cultura tacanha e a insensatez prega que quem utiliza ônibus é pobre; o que utiliza bicicleta, então? Pior ainda! Supostamente está vivendo na miséria...
O mais engraçado é que os valores estão invertidos, pois enquanto na maioria dos países europeus, onde a renda per capita é muito maior que a nossa, a realidade do trânsito é inversa, pois o uso de bicicletas é natural por gente de todas as classes, fazendo parte do cenário urbano, enquanto os carros são usados mais para passeio e lazer.
Mas como mudar o atual panorama no Brasil, se por um lado o transporte coletivo não atende a contento, o uso de bicicletas é desestimulado pela falta de ciclovias (atenção: Sorocaba tem mais de 60 km de ciclovias, e está prestes a ganhar uma que interligará até a cidade de Votorantim), e o senso comum prega que ter um carro é tão importante quanto ter comida à mesa?
|
Rodrigo Silva
30/07/2010
|
|
|
|
|
|
Absurdo essa ideia, primeiro vai ocorrer o mesmo problema que ocorre em São Paulo, a pessoa que necessita do carro simplesmente adquire um veiculo mais usado e utiliza no dia do rodizio apenas e a quantidade de veiculos nas ruas permanecem as mesmas, para melhorar o transito, é necessario primeiro sincronizar os semaforos para o trafego fluir melhor, acabar com o estacionamento do lado direito no centro com isso aumentaria uma faixa nas ruas possibilitando um trafego melhor.
|
Alessandro Freitas
29/07/2010
|
|
|
|
|
|
Hoje, eu demorei mais ou menos quinze minutos para percorrer a Rua Luis Vaz de Camões, no trecho entre as Ruas General Glicério e Coronel Spínola de Castro. Enquanto aguardava, olhava para as pessoas no interior dos veículos; a maioria se mostrava estressada. Ao me aproximar da Rua Coronel Spínola de Castro percebi que os carros que trafegam por ela não dão chance aos que descem a Luis Vaz de Camões. Assim, o tráfego fica prejudicado até a Rua Bernardino de Campos. Eu também fiquei imaginando o seguinte: será que a Secretaria de Trânsito disponibilizaria um agente para solucionar esse problema. Sugestão: o agente permanece na Rua Coronel Spínola de Castro interrompe o trânsito e libera o trânsito da Rua Luis Vaz de Camões por apenas trinta segundos e vice versa. Eu tenho a convicção de que apenas um agente consegue solucionar esse problema. Com relação ao tempo, ele observa e adapta conforme o fluxo de veículo de cada rua. Ah não basta interromper e liberar, se faz necessário puxar o trânsito com gestos, bem como com sinais sonoros (apitos), mas, não deve haver excesso no apito, pois irrita, principalmente, os comerciantes adjacentes. Doutor Capelo, por favor, não implante o rodízio de veículos na cidade, vez que muitos munícipes têm dois ou três carros. Por conseguinte, mais uma vez, apenas os mais pobres serão prejudicados, e mais, muitos tem apenas um carro e o utiliza para ganhar o pão de cada dia.
|
Jorge Gerônimo Hipólito
29/07/2010
|
|
|
|
|
|