|
|
|
|
|
›
Polêmica
|
|
São José do Rio Preto, 22 de Dezembro, 2009 - 2:08
|
|
Diretoria manda Pró-Criança deixar corredor de hospital
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Sérgio Menezes
|
|
|
O espaço que era utilizado pela ONG Pró-Criança: ‘despejo’
|
Desde ontem a Associação Comunitária Pró-Criança, de Rio Preto, está sem sede. Por determinação da direção do Hospital de Base, onde a entidade ocupava um pedaço de corredor, a ONG deixou o HB. “Essa entidade não tem vínculo nenhum com o hospital. Por isso precisou sair”, disse ontem o diretor-superintendente do HB, Jorge Fares. “Fui despejada”, reclamou Beatriz Lourenço de Arnaldo Silva, presidente da associação. Segundo ela, ainda não está definido o local da nova sede.
O endereço da ONG é só um dos mistérios que cercam a Pró-Criança. A Fundação Faculdade de Medicina de Rio Preto (Funfarme) exigiu da entidade a prestação de contas do dinheiro arrecadado nos últimos dez anos em nome do Hospital da Criança (HC), que será administrado pela fundação.
Segundo Beatriz, nesse período foram arrecadados R$ 745,2 mil, mas nenhum centavo foi repassado ao HC, de acordo com o presidente do conselho curador da Funfarme, Humberto Liedtke Júnior.
Desse total, cerca de R$ 400 mil estão em uma conta em nome da Funfarme. O recurso foi arrecadado entre 1998 e 2001, quando a Pró-Criança era administrada pelo médico Chim Palchetti. Quando assumiu a presidência, em 2005, Beatriz passou a depositar a arrecadação em uma conta da associação, no banco Real. “A maioria das empresas e pessoas físicas trabalha com mais de um banco para ter mais agilidade de independência”, afirma a presidente da ONG.
Ontem, ela informou que os balancetes financeiros da entidade foram publicados em dois jornais da cidade, mas não informou as datas. A reportagem do Diário voltou a perguntar a Beatriz quem integra o conselho fiscal da associação, responsável pela fiscalização das contas da ONG, mas a presidente se limitou a responder que “a relação das pessoas que integram a associação é pública e registrada em cartório”.
Conselho
O conselho curador da Funfarme também proibiu a associação de usar o nome Hospital da Criança sem autorização da fundação. Antes, segundo Liedtke, seria necessário um convênio entre a Funfarme e a Pró-Criança, o que não existe atualmente.
A ONG está registrada na Receita Federal com o nome Hospital da Criança, e usa o endereço www.hospitaldacriancariopreto.com.br. Em maio deste ano, a presidente da entidade patenteou a logomarca do HC em nome da associação. Em uma carta endereçada à Funfarme, Beatriz se intitula “presidente de honra do futuro Hospital da Criança”. Ontem, em reação à saída do prédio do HB, Beatriz disse que conversaria com um grupo de advogados sobre o caso. “Eles vão ter de me engolir”, disse.
|
|
|
|
|
|
|
OPINE SOBRE ESTA MATÉRIA
|
|
|
|
Não sou cadastrado |
Clique aqui
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
COMENTÁRIOS
|
|
|
|
|
|
Nenhum comentário cadastrado.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
ENVIE PARA UM AMIGO
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|