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Esperança
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São José do Rio Preto, 9 de Setembro, 2010 - 3:40
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Serra ainda acredita na eleição de Aloysio Nunes ao Senado
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Du Amorim/PSDB
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Comdesistência de Quércia, Aloysio herdou todo tempo de televisão
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O candidato a presidente José Serra (PSDB) ainda aposta que o candidato ao Senado Aloysio Nunes (PSDB) será um dos dois senadores eleitos no Estado no dia 3 de outubro, apesar de o tucano aparecer em quarto lugar com 12% das intenções de voto. A afirmação foi feita ao Diário na última terça-feira durante entrevista exclusiva à Associação Paulista de Jornais (APJ) em São Paulo. Aloysio aparece atrás de Marta Suplicy (PT), Netinho de Paula (PC do B) e Romeu Tuma (PTB). Orestes Quércia (PMDB) abandonou a disputa para se tratar de um câncer.
Serra confirmou ainda que cumprirá uma agenda eleitoral em Rio Preto na reta final da eleição. O tucano mencionou que participará de assinatura de um “projeto” na região, mas não disse qual seria. Ele sinalizou que pode ser algo relacionado por exemplo à duplicação da rodovia Euclides da Cunha, cuja licitação está sendo finalizada no Departamento de Estradas de Rodagem (DER).
“Eu acho que o Aloysio será eleito. Quero lamentar o que aconteceu com o Quércia, que aliás foi nessa parceria de uma correção total durante todo o tempo. Aloysio é um homem preparadíssimo e foi o meu braço direito. Sou até suspeito para falar”, afirmou Serra. A projeção favorável a Aloysio, que é de Rio Preto, ocorreu um dia após o anúncio da renúncia de Quércia. “Não teria feito o governo que acho que foi bom e nem a Prefeitura que fiz sem o Aloysio. É um líder ideal para você ter. Nunca vi o Aloysio perder a paciência”, afirmou Serra.
Durante a entrevista, o candidato não poupou ataques à candidata à presidência Dilma Rousseff (PT) e ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Para Serra apenas ele e a petista estão no páreo da disputa. “Com todo respeito à candidata Marina Silva, nesses 30 dias que faltam para a eleição, a disputa estará entre eu e a Dilma”, afirmou Serra. “A diferença é que a candidata do PT foi fabricada e está amparada na figura de um presidente popular, mas ninguém sabe o que ela faz, o que ela pensa. Ela é uma aposta no escuro, um envelope fechado.”
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