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Madeeeeeeeira!
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São José do Rio Preto, 24 de Janeiro, 2012 - 1:48
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Média de nove árvores caem por dia em Rio Preto
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Thomaz Vita Neto/Arquivo
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Rio Preto não monitora espécies
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Entre dezembro e este mês 483 árvores caíram em Rio Preto, segundo os bombeiros e a Secretaria de Serviços Gerais. A quantidade corresponde à média de nove árvores por dia. Mais da metade das quedas ocorreu por doenças, plantio inadequado ou podas irregulares e o restante por vento forte, segundo estimativa da bióloga e professora da Unirp Valéria Stranghetti. Apesar do número, o município não dispõe de um serviço de monitoramento das espécies. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo conta com três agrônomos, mas apenas um dele destinado a arborização. Porém, só atente a casos de denúncia. Já para o plantio, a orientação é feita pelo Viveiro Municipal.
A queda de árvores não só prejudica o meio ambiente como pode ocasionar danos materiais e físicos. Em outubro passado, Océlia Lázaro Mota, 45 anos, passou por apuros quando estava dentro de seu carro em um sítio, em Talhado. O veículo foi esmagado por metade de uma mangueira centenária de 20 metros de altura. Ela saiu sem nenhum arranhão, porém o automóvel ficou destruído.
Em 2010, a Prefeitura de Rio Preto foi condenada pelo Tribunal de Justiça (TJ) a pagar R$ 9.174,83 por danos morais e materiais ao autônomo Alessandro Ferreira Melo, 37 anos, que teve o carro atingido por uma árvore em frente ao Palestra, há seis anos. Segundo o secretário de Meio Ambiente, José Carlos Lima Bueno, não há profissionais em quantidade suficiente para fazer o monitoramento da situação das cerca de 269 mil árvores do município.
Só na Represa
As únicas que são vistoriadas periodicamente, de acordo com Bueno, são as plantadas na Represa Municipal e no córrego Cedro. “Temos um agrônomo destinado somente à arborização. Ele atende aos chamados da população e cuida também do Viveiro”, afirmou. Lima Bueno afirma ainda que a pasta oferece mudas adequadas para cada lugar e orientação de plantio para corrigir os problemas existentes nos município. Nas praças Dom José Marcondes e Rui Barbosa, no Centro de Rio Preto, por exemplo, as irregularidades como covas em tamanho desproporcional ao porte da árvores, podas irregulares e má cicatrização podem ser facilmente encontradas.
“A poda drástica mexe com a estrutura da árvore e a Prefeitura não utiliza um produto para cicatrização e evitar a formação de fungos. Não existe também cuidados em descupinizar e desformigar”, afirma Arif Cais, biólogo e professor da Unesp/Ibilce. Para Valéria Stranghetti, a maioria das quedas é provocada por podas drásticas e problemas de plantio. “Na última chuva forte, em janeiro deste ano, vistoriei 20 árvores no Jardim Nazareth. Apenas uma caiu só por causa do vento. As outras ou estavam com só metade da copa por causa da poda errada ou com a raiz fraca por falha no plantio”, explica.
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COMENTÁRIOS
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silvio morales
postado em
24/01/2012
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O fato destas arvores estarem caindo é o reflexo da incompetencia dos orgãos responsáveis por estas arvores, já deveria ter um projeto para informar e fiscalizar a plantação de arvores na cidade. Como se já não bastasse a chuva com vento derrubar varias arvores sempre, varias pessoas todos os dias arrancam e fazem podas drasticas nas arvores, fazem isso principalmente nos domingos. A propria prefeitura mesmo arranca varias todos os dias. Em uma praça no Jardim do Bosque na rua Waldir Lacerda, arrancaram varias, no Jardim Seyon na avenida Antonio Elias Belasco ao redor de uma escolinha infantil, arrancaram varias arvores. Como o numero de arvores arrancadas é grande, podemos considerar um desmatamento quase todos os dias. Já esta na hora de algum orgão competente colocara alguem competente para fazer algum projeto a este respeito. Estão tratando estas arvores de uma forma muito ignorante. Assim como devem ter projetos para plantar, fazer a manutenção deste arvores pequenas ate as de grande porte, devem ter projetos para veiculos de tração animal, ou seja, já esta na hora de proibir o transito destes em área urbana, digo isso porque vejo sempre animais mau tratados e machucados puxando carrinhos lotados. Deveriamos pedir a instalação de uma Delegacia de Animais, para que se possa fazer algum referente aos maus tratos a animais domesticos.
Todos nós podemos colaborar para fazer desta uma cidade melhor para se morar.
Pensem todos nisso.
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Jorge Gerônimo Hipólito
postado em
24/01/2012
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Árvores se comportam como homens, elas nascem, crescem, florescem, envelhecem e fenecem, ou seja, cumprem o ciclo. Por isso com relação as árvores urbanas sempre será relevante a manutenção da saúde delas, pois não vivem no habitat natural. Mas por falar em saúde, normas da Secretaria do Meio Ambiente proíbe a poda drástica e nós concordamos com elas. Entretanto, cumpre ressaltar, se a poda drástica antecipa a morte do indivíduo arbóreo, por que a máquina que asfalta as ruas não respeita as normas?
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