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São José do Rio Preto, 7 de Fevereiro, 2012 - 9:03
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Procon recebe 40 queixas contra supermercados por sacolinhas
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por seis meses, as lojas deverão ter como alternativa uma sacola reutilizável econômica com preço o de até R$ 0,59
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Cerca de 40 consumidores procuraram o Procon de Rio Preto ontem para reclamar que supermercadistas não estavam disponibilizando sacolas gratuitamente. Na última sexta-feira, a Associação Paulista de Supermercados (Apas), o Procon e o Ministério Público de São Paulo assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que prevê a distribuição, pelos próximos 60 dias, das sacolas. Segundo o diretor do Procon, Sérgio Parada, o órgão entrou em contato com os estabelecimentos e todas as reclamações dos consumidores foram resolvidas. “Se for aberto um procedimento administrativo, o fornecedor pode ser autuado”, afirmou Parada.
Pelo acordo, depois desses 60 dias, os supermercados estão proibidos de vender ou distribuir sacolas descartáveis de qualquer tipo e devem oferecer uma alternativa gratuita para o transporte das compras. Além disso, por seis meses, as lojas deverão ter como alternativa uma sacola reutilizável econômica com preço o de até R$ 0,59.
O fim da distribuição das sacolinhas nos supermercados paulistas começou no dia 25 de janeiro e gerou polêmica. Desde então, o consumidor devia levar sua própria sacola reutilizável ou comprar as biodegradáveis, feitas de amido de milho, por R$ 0,19. A campanha Vamos Salvar o Planeta do Sufoco tem como objetivo estimular o uso de embalagens reutilizáveis e decretar o fim das sacolinhas gratuitas nos supermercados.
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