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Inflação
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São José do Rio Preto, 31 de Março, 2010 - 3:42
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IGP-M desacelera em março e fecha a 0,94%
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Ferdinando Ramos
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O IGP-M é muito utilizado na renovação de contratos de aluguel
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A inflação mensurada pelo IGP-M perdeu força este mês. O índice subiu 0,94% em março, após apresentar aumento de 1,18% em fevereiro. A informação foi anunciada ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A taxa mensal ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo AE-Projeções, que esperavam um resultado entre 0,86% e 1,04%, mas foi levemente superior à mediana das projeções (0,93%).
A FGV anunciou ainda os resultados dos três sub-indicadores que compõem o IGP-M de março. O IPA-M avançou 1,07% este mês, após subir 1,42% no segundo mês do ano. Por sua vez, o IPC-M apresentou alta de 0,83% em março, em comparação com o aumento de 0,88% no mês passado. Já o INCC-M registrou taxa positiva de 0,45% este mês, em comparação com a elevação de 0,35% em fevereiro.
A taxa acumulada do IGP-M é muito usada no cálculo de reajustes de aluguel. Até março, o indicador acumula taxas de inflação de 2,78% no ano e de 1,94% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo do IGP-M de março foi do dia 21 de fevereiro a 20 de março. Depois de permanecer bastante pressionado em fevereiro e março, com taxas entre 0,90% e 1,20%, o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) deverá apresentar um movimento de desaceleração importante em abril.
A previsão é do economista da LCA Consultores Fábio Romão, que disse que aguarda uma taxa de 0,30% no próximo mês para o indicador de inflação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base na expectativa de um movimento de altas menores em boa parte dos conjuntos de preços que formam o índice.
A projeção de Romão foi realizada no mesmo dia em que a FGV divulgou que o IGP-M de março atingiu taxa de 0,94% ante 1,18% em fevereiro. De acordo com o economista, que aguardava um resultado de 0,90%, o principal fator responsável pela desaceleração da alta do indicador foi o comportamento dos preços industriais do atacado, que variaram 0,46% ante elevação bem mais expressiva, de 1,67%, em fevereiro.
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