› São José do Rio Preto, 08 de fevereiro de 2012
 
Busca avançada
Economia
 
Relatório
São José do Rio Preto, 28 de Julho, 2010 - 3:15
Empréstimo a pessoa física dá sinais de ‘acomodação’

Núcleo Multimídia

Marcello Casal Jr./ABr
Altamir Lopes considerou o movimento de acomodação “natural”
Relatório do Banco Central (BC) divulgado ontem mostra que o mercado de crédito vive duas realidades. Entre as famílias, a concessão de novos empréstimos caiu 0,5% em junho, na segunda retração seguida, e o BC admite que há sinais de “acomodação” após meses de crescimento exuberante. A parada técnica é explicada porque pessoas físicas estariam perto do limite de seu endividamento. Entre as empresas, porém, o clima é otimista e a concessão de financiamentos cresceu 4,4%, com as firmas querendo bancar o aumento das vendas.

Após meses de recordes seguidos, os empréstimos para pessoas físicas dão sinais de exaustão. Na média, as famílias brasileiras tomaram R$ 3,12 bilhões em novos empréstimos a cada dia do mês passado. Foram R$ 65,5 bilhões em junho. Nos dois casos, o valor foi 0,5% menor se comparado a maio. “É natural que haja uma acomodação desse segmento que cresceu muito nos últimos meses”, avalia o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes.

A retração dos empréstimos é um dos principais objetivos do BC que, atualmente, executa um processo de aperto monetário com o aumento do juro básico da economia, a Selic. A intenção é reduzir a demanda por crédito para diminuir o ritmo da economia e, assim, evitar que a inflação saia do controle. “A desaceleração dos empréstimos para as famílias é vista desde o fim de março, quando o mercado já se preparava para o início do aumento da taxa Selic. Nessas situações, os próprios bancos passam a ofertar menos crédito. Essa inflexão do mercado era uma questão de tempo”, diz o professor de finanças do Insper, Ricardo José de Almeida.

O especialista aposta, porém, que os financiamentos para as famílias devem voltar a crescer até o fim do ano. Para ele, o aumento do emprego e da renda e a manutenção da confiança do consumidor devem respaldar a tomada de novos empréstimos, inclusive com um desempenho positivo no fim do ano. O vice-presidente de Finanças da Caixa Econômica Federal, Marcio Percival, acredita que o crédito para pessoa física vive um momento de acomodação ao nível de atividade menos intenso da economia brasileira.

Empresas

Enquanto famílias moderam seu apetite, o crédito para empresas está acelerando. Após o período de estagnação visto desde o fim de 2008, com a crise financeira norte-americana, o segmento dá sinais de retomar a demanda por crédito para financiar suas atividades. “A expansão do consumo das famílias impactou positivamente as expectativas das empresas, que decidiram ampliar os investimentos e aumentaram a demanda por crédito, não somente do BNDES, mas também das linhas concedidas voluntariamente pelos bancos”, destaca relatório do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI).

Juros

Mesmo com o ciclo de aumento da taxa básica da economia, a Selic, o juro cobrado pelos bancos das pessoas físicas caiu em junho para o menor nível da série iniciada em julho de 1994, quando foi criado o real. Na média, empréstimos tomados pelas famílias pagaram taxa de 40,4% ao ano. A redução do juro é explicada, segundo o BC, pela migração de alguns clientes, que deixaram o caro cheque especial atrás de opções mais baratas, como o crédito consignado.

Na média, o juro caiu nas principais linhas às pessoas físicas. No crédito pessoal, por exemplo, a taxa recuou 1 ponto porcentual em um mês, para 42%. No crédito para a compra de veículos, a taxa cedeu para 23,6% ao ano. Em todos esses casos, o juro recuou porque houve redução da margem cobrada pela instituição financeira, o chamado spread bancário.

Além da redução desses juros, houve maior demanda por tais linhas de crédito. No crédito pessoal, o total de empréstimos cresceu 1,6% na comparação com maio e no financiamento de veículos o crescimento foi de 3%. Ao mesmo tempo, o estoque de crédito do cheque especial caiu 0,2%.


Quer ler o jornal na íntegra? Acesse aqui o Diário da Região Digital

 
     
23 de Junho, 2011
Lista traz quem vai receber até R$ 10 mil do Arantes
 
23 de Fevereiro, 2010
Rio Preto vai ganhar shopping com 251 lojas
 
10 de Janeiro, 2010
Empresa inativa tem prazo para declaração
 
23 de Setembro, 2010
Grupos investem R$ 260 milhões em 2 shoppings
 
16 de Dezembro, 2009
Nova lei do inquilinato deve baixar aluguel
 
 
› 08/02 São Paulo aumenta produção industrial pelo segundo mês
› 08/02 PIS em 2011 injetou R$ 113,2 mi na região
› 08/02 Bovespa sobe 1,06% e dólar fecha em baixa
› 08/02 Aposentado toma menos crédito consignado
› 07/02 Bancos fecham na segunda e terça-feira de Carnaval
› 07/02 Privatização de aeroportos deve elevar custos ao consumidor
Leia mais sobre Economia
Banco Central empréstimo queda
 
Portal Diarioweb DiarioWeb no Facebook!
Projeto Saúde Sustenável
Veste Mundo
camisetas com
bom humor!
Imóveis
Central de Negócios
(17) 3227-1100
Site oficial
da Prefeitura
S.J. do Rio Preto
Imobiliária
Renascer
2139-0084
Imobiliária
Central de Negócios
3227-1100
Água Mineral
Minajen
(17) 3819-7600
Cidade
Imóveis
(17) 3233-6402
Bemac
Máquinas de costura
(17) 3234-3687
Imobiliária
Grandes Negócios
(17) 3011-8847
Imobiliária
Interplan
(17) 3304-6007
Akibens
Imobiliária
(17) 3219-8922
Home | Institucional | Economia | Cidades | Geral | Esportes | Saúde | Política | Meio Ambiente | Estradas | Tecnologia | Educação | Opinião | Opinião do leitor | Artigos | Editorial | Classificados | Divirta-se | Atendimento | Promoções | Fotojornalismo | Vídeos | PodCasts | Blogs | RSS | Jornal na Educação
Diarioweb® Todos os direitos reservados // Atendimento Design e desenvolvimento MagicSite