As polícias Civil e Militar de Irapuã prenderam anteontem o inspetor de alunos M.A.F., 22 anos, acusado de estuprar uma menina de 11 anos. Ele teria abusado sexualmente da vítima, portadora de deficiência mental, no banheiro da escola municipal Professora Florinda da Silva Asprino. O inspetor, segundo informações da polícia, teria tocado nos órgãos genitais da vítima e a obrigado a masturbá-lo. O crime teria ocorrido pela manhã, mas a menina só contou à mãe o que tinha acontecido quando chegou em casa, no início da tarde. A mãe a acompanhou até o pronto-socorro de Irapuã, que fez o encaminhamento a Catanduva.
Segundo a polícia, exames realizados no hospital Padre Albino, em Catanduva, apontaram que não houve penetração, mas foi constatada a presença de sêmen no corpo da menina. Ao saber da ocorrência, a polícia procurou pelo rapaz, que, segundo os pais, teria ido para Catanduva visitar a namorada. O acusado estava a caminho da cidade quando foi abordado pela Polícia Militar no pedágio de Elisiário e encaminhado à delegacia de Irapuã, onde prestou depoimento.
O delegado Saint Clair Silva Duarte manteve a prisão em flagrante do acusado, que está preso na cadeia de Novo Horizonte. O delegado Duarte não foi localizado ontem para informar se o inspetor confessou o crime. Se forem comprovadas as acusações, M.A.F. vai responder por estupro de vulnerável e pode pegar de oito a 15 anos de prisão pelo crime.
Condenação
Na última semana, a Justiça de Rio Preto condenou o contador Jéferson de Toledo Bernardo, 42 anos, e o coordenador Fábio Fernando de Oliveira, 38, a dez anos de prisão em regime fechado, pelo crime de estupro de vulnerável. Eles praticaram ato libidinoso com um deficiente mental , em dezembro do ano passado.
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