Oito policiais ouvidos ontem pela Justiça de Itu negaram que ação policial conhecida como Operação Castelinho, que resultou na morte de 12 integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) em março de 2002, tivesse sido planejada para a execução dos suspeitos. Em depoimentos ao juiz da 2ª Vara Criminal, Hélio Villaça Furukawa, os acusados disseram que houve reação dos suspeitos à abordagem policial, resultando num confronto. Testemunhas convocadas pelo Ministério Público Estadual, no entanto, disseram que os policiais avisaram antes que haveria tiroteio.
O processo tem 53 réus, que na maioria são policiais, e uma nova audiência foi designada para o próximo dia 17 para ouvir os demais acusados. Dois dos réus que depuseram estão presos por outros crimes e chegaram ao Fórum algemados. Após a próxima audiência, o juiz decidirá se os réus serão levados a júri popular.
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