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Trânsito
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São José do Rio Preto, 24 de Fevereiro, 2010 - 4:32
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Tráfego em trecho da JK é liberado após 35 dias
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Sérgio Menezes
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O trecho que foi liberado para o tráfego de veículos na JK
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Após 35 dias interditado, foi liberado na manhã de ontem, o trânsito na avenida Juscelino Kubistchek de Oliveira, no sentido bairro-centro, na altura do número 3.000. O trecho desmoronou devido à forte chuva que devastou Rio Preto, na madrugada do último dia 18 de janeiro. Foram gastos aproximadamente R$ 82 mil com as obras de recuperação da via. De acordo com o secretário de Trânsito, Transportes e Segurança, Aparecido Capello, o aterro ruiu com a força das águas.
“O aterro foi feito novamente. Foi feita a colocação de pedras, a compactação do solo e o recapeamento”, disse. Durante o período de interdição os motoristas tiveram de pegar um desvio. Um trecho da avenida, no sentido centro-bairro, foi sinalizado e transformado em mão-dupla para facilitar o acesso dos usuários. De acordo com informações da Secretaria de Obras, o local está seguro e não há riscos para os motoristas ou pedestres. A quantidade total de material utilizado na recuperação da via ainda não foi calculada.
O autônomo Valério Aparecido Rodrigues, 48 anos, ficou satisfeito com a liberação do trecho da avenida. “Passo direto por aqui. Quando estava impedido tinha de dar uma volta grande”, afirma. Já para o administrador de empresas Ricardo da Silva, 37 anos, morador de Bady Bassitt, a liberação foi um alívio. “Passo aqui todos os dias, tanto para ir ao trabalho como para voltar para casa. Dependendo do horário, o trânsito no desvio era lento”, relata.
Segundo informações da Secretaria de Trânsito, trafegam pela avenida no sentido bairro-centro cerca de 4,6 mil veículos por dia. No sentido centro-bairro o fluxo é ainda mais intenso, aproximadamente 8,1 mil automóveis passam por lá diariamente.
Estragos
A forte chuva deixou um rastro de destruição em toda a cidade. Pedaços de calçadas, placas e semáforos foram arrancados. Além disso, as principais avenidas ficaram danificadas. O prejuízo público total estimado é de R$ 44 milhões.
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