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Trânsito
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São José do Rio Preto, 2 de Fevereiro, 2010 - 1:28
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Policial morre em perseguição a motorista
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Álbum de família
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O policial militar Thiago Amati Andrigo, que morreu ao perseguir, na contramão, motorista que furou bloqueio na rua Antônio de Godoy, no Centro de Rio Preto
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O policial militar de Rio Preto Thiago Amati Andrigo, 28 anos, teve morte cerebral após se envolver em uma perseguição na noite de anteontem. O soldado participava de uma operação de trânsito pela rua Antônio de Godoy quando um veículo furou o bloqueio e fugiu pela contramão na rua Jorge Tibiriçá. Andrigo foi atrás do carro, ainda não identificado, pilotando uma motocicleta e atingiu um Celta, que seguia pela mão de direção correta. Em razão do acidente, o Comando do 17º Batalhão da Polícia Militar abriu uma sindicância para apurar os fatos.
De acordo com o major Azor Lopes da Silva Júnior, comandante interino do Batalhão, Andrigo manteve os procedimento corretos, acionando os dispositivos luminosos e sonoros de emergência, a fim de chamar a atenção de outros motoristas. Ele conta que a perseguição ao motorista que furou o bloqueio também foi feita em conjunto com outras motocicletas policiais. No entanto, minutos após a ocorrência, o PM sofreu o acidente.
O soldado foi socorrido pelo Samu e entubado no local do acidente. Depois ele foi encaminhado em estado grave ao Hospital de Base. O major informou que, quanto ao procedimento do soldado, aguarda laudos da Polícia Científica e depoimento das testemunhas.
Doação de órgãos
A família do policial militar ficou sabendo na manhã de ontem que Andrigo havia tido morte cerebral e autorizou a retirada dos órgãos para doação. Ele passaria por uma última avaliação na noite de ontem para confirmar o procedimento. A assessoria de imprensa do HB apenas informou que Andrigo estava internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e em coma.
De acordo com a irmã do policial, Tatiana Queiroz Andrigo, 30 anos, a equipe médica do HB reuniu a família e informou que, em razão da colisão, o irmão fraturou a coluna, e o cérebro estava sem atividade. “O médico informou que, para ele se recuperar, só se houvesse um milagre.” Tatiana disse que a vontade do irmão era doar os órgãos. “Vamos cumprir o último desejo dele. Não sei quando vão retirar (os órgãos), mas já autorizamos.” De acordo com ela, a família está em estado de choque. “Minha mãe não sai do hospital e o meu pai só deixou o local para almoçar.”
Andrigo era solteiro e morava sozinho em Rio Preto. Ele deixa os pais e mais uma irmã de 14 anos. Há seis anos ele é policial militar, trabalhou durante mais de um ano em Mirandópolis e depois foi transferido para Rio Preto.
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COMENTÁRIOS
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Paulo Alessandro
postado em
03/02/2010
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Pois é Nabila, essa é a postura do Diário da Região.......infelizmente.
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nabila cristina
postado em
02/02/2010
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O que eu acho engraçado,é que tudo relacionado a PM,voces sempre usam palavras duvidosas:" suposta troca de tiros","perseguição".Porque não observam dos dois lados.O indv. tbem estava na contra mão ou não?Mas sempre que querem informaçoes ligam no 190,tenho certeza disso.Fico indgnada com isso,ele só estava fazendo o serviço dele,e por causa de um irresponsavel qualquer,perdeu a vida.
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