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Enchente
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São José do Rio Preto, 10 de Dezembro, 2009 - 0:16
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Chuva mergulha Rio Preto no caos
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Ferdinando Ramos e Thomaz Vita Neto
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Motorista e passageiros do veículo Voyage ficaram presos no meio da enchente na avenida Alberto Andaló
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A tempestade que caiu na noite de ontem provocou caos nas principais avenidas de Rio Preto. Como sempre, as avenidas Alberto Andaló, Murchid Homsi e Bady Bassitt se transformaram em verdadeiros rios, o que provocou pânico na população. Pouco mais de duas horas de chuva foram suficientes para a água do rio Preto sair da calha e “engolir” as duas pistas da avenida Philadelpho Gouvêa Neto, na altura da vila Angélica e parque Setorial. Segundo o capitão Cláudio Perpétuo Cândido, do Corpo de Bombeiros, até a 01 hora de hoje, a água na avenida Solon Varginha ainda estava a um metro acima do nível.
Clique aqui e Assista na TV Diário as cenas da enchente em Rio Preto
“Recebemos cerca de 30 ocorrências, entre carros arrastados, inundações e muros caídos”, disse Cândido. A promotora Emanuela Lopes Vieira, 21 anos, foi resgatada pelos bombeiros minutos antes de ver seu carro ser arrastado pela correnteza. Emanuela, seu marido e uma cunhada seguiam pela Alberto Andaló quando foram surpreendidos com o volume da água. “De dentro do carro começamos a pedir socorro. Graças a Deus fomos resgatados pelos bombeiros sem nenhum ferimento. Na hora, fiquei desesperada.
Também fiquei muito preocupada com o carro, mas o importante é que ninguém ficou ferido”, diz Emanuela. O veículo Santana da família rodopiou na pista e virou de ponta-cabeça. De acordo com a Polícia Militar, uma Eco Sport com passageiros teria ficado submersa na ponte Maria Benta e a motorista do veículo, que não foi identificada, teria sido levada até o Hospital de Base.
Além disso, um Voyage ficou ficou submerso na altura do cruzamento da avenida Alberto Andaló com a rua Siqueira Campos. Os munícipes que estavam nos pontos mais críticos da cidade ficaram chocados com a força da água. “A água subiu muito rápido, o que pegou muitas pessoas de surpresa, principalmente os motoristas, que optaram por entrar no posto de combustível para fugir do caos”, afirmou o promotor Marcos Antônio da Silva Barberá, 27 anos, que trabalha no posto.
Trânsito caótico nas avenidas
A população de Rio Preto também sofreu com o trânsito nas principais vias da cidade. Os ônibus não conseguiam chegar até o corredor da rua Pedro Amaral, o que paralisou o trânsito entre o Pronto Socorro Central e a avenida Alberto Andaló. Uma viatura da Polícia Militar ficou no viaduto que liga a Andaló até a avenida Philadelpho Gouvêa Neto para impedir o acesso de motoristas no sentido bairro-centro.
Já na região próxima ao terminal rodoviário, a Guarda Municipal interditou a rua Bernadino de Campos para impedir o acesso de motoristas até a Philadelpho Gouvêa Neto. Na esquina de baixo, outra viatura da Guarda Municipal impedia o trânsito na rua Pedro Amaral para acesso até a avenida Bady Bassitt.
O terminal rodoviário de Rio Preto se transformou num rio e o lixo que estava no local foi totalmente espalhado com a água. Os ônibus ficaram ilhados, o que provocou tumulto e revolta na população.
Na avenida Clowis Oger, próximo ao IPA, quatro carros ficaram parados, o que dificultou ainda mais o tráfego de veículos. Já na avenida Bady Bassitt, próximo a rodovia Washington Luís, uma enorme fila se formou por conta do rio que tomou conta do local. Alguns motoristas fizeram o retorno pela calçada.
Ainda na Bady Bassitt, na altura do viaduto Jordão Reis, o motorista de um ônibus da Circular Santa Luzia ficou ilhado, mas conseguiu sair pela janela minutos antes de ser resgatado pelos bombeiros.
Fonte: Colaboraram Thomaz Vita Neto e Ferdinando Ramos
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