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Zona Norte
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São José do Rio Preto, 10 de Setembro, 2010 - 1:45
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Assaltantes roubam e queimam carro
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Thomaz Vita Neto
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Carro carbonizado de Júlio César Leite, rendido ao chegar em casa
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Três homens, um deles armado, roubaram na noite de anteontem um Santana no Jardim Vetorasso, zona norte de Rio Preto. Perto das 22h, o tapeceiro Júlio César Alves Leite, 45 anos, chegava de um velório quando foi abordado pelos assaltantes. “Eu desci do carro para abrir o portão e, quando voltava para o veículo, o homem que estava armado me abordou e disse que se eu não colaborasse ele me mataria”, conta Leite.
Os três assaltantes fugiram com o veículo, que foi encontrado pela polícia na madrugada de ontem. “Encontraram o carro todo queimado na Estância Alvorada. Eu nem comecei a pagar as parcelas do carro direito”, afirma o tapeceiro.
O veículo, ano 2002/2003, foi financiado em 60 meses e não tinha seguro. “Eu paguei só a primeira parcela. Agora, tudo que eu tinha já perdi. Só me restaram as outras 59 parcelas, de R$ 584 cada uma, para pagar”.
Padaria
Na mesma noite, uma padaria do bairro São Judas foi assaltada. Dois homens armados entraram no estabelecimento e levaram R$ 300. Essa é a segunda vez que o local é roubado em menos de 15 dias. “Da outra vez nem fizemos boletim de ocorrência. Foram dois rapazes de moto. Um entrou aqui armado e o outro ficou esperando na moto. Os dois estavam de capacete e levaram R$ 150”, diz um dos proprietários, Marcos Fernando Marques, 43 anos.
No roubo da noite de quarta-feira, os assaltantes foram mais ousados. “Eles vieram e fugiram a pé. Um deles cobriu o rosto com uma camiseta, o outro nem se preocupou em esconder a identidade”. Na hora do assalto 7 pessoas estavam no estabelecimento, entre eles um cliente. “Foi tudo tao rápido que os funcionários que estavam nos fundos nem perceberam a movimentação”, afirma Marques.
Depois do primeiro assalto, os donos da padaria investiram R$ 4 mil em um sistema de câmeras de segurança. “As câmeras, porém, estavam desligadas porque estávamos fazendo a reconstituição do primeiro roubo. Depois da reconstituição, o técnico esqueceu de religá-las. Então não temos nenhuma gravação do segundo assalto”, conta o proprietário. Assustados com a violência, eles estudam colocar um segurança no local.
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