Diário da Região

08/10/2015 - 17h08min

São Paulo

Força-tarefa prende 6 suspeitos pela chacina em Osasco e Barueri

São Paulo

A força-tarefa responsável por investigar a maior chacina da história de São Paulo realizou nesta quinta-feira, 8, uma operação que prendeu seis suspeitos de participar da série de ataques que deixou 19 mortos e cinco feridos em Osasco e Barueri, na Grande São Paulo, em agosto. Foram expedidos mandados de prisão contra cinco PMs e um guarda-civil metropolitano de Barueri, todos cumpridos. A mobilização policial aproveitou a operação para realizar um mandado de busca e apreensão de Carapicuíba de outro caso, sem relação com a chacina - dois PMs foram presos em flagrante com armas e munição não autorizadas. Além das prisões dos suspeitos pela chacina, a operação conjunta das Polícias Civil e Militar cumpre 28 mandados de busca e apreensão em 36 lugares, concedidos pela Justiça Criminal de Osasco e pela Justiça Militar. Ao todo, são 96 viaturas e 457 policiais empenhados para realizar as prisões e buscas - 201 policiais civis do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro) e 256 PMs da Corregedoria da Polícia Militar. A Justiça Militar expediu mandados de prisão para cinco PMs; já a Justiça comum, para dois PMs e o guarda civil, que é coordenador da Guarda Civil Metropolitana de Barueri (GCM). Dois PMs tiveram mandados expedidos tanto pela Justiça Militar como pela comum. O secretário estadual de Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, afirmou que ainda há outros participantes da chacina. "Ainda estamos progredindo nas provas. Mas o que precisamos é, em relação a outros participantes que nós já identificamos, de mais provas para pedir novas prisões", disse. "Nada em um caso importante como esse deve ser feito com pressa." Primeiro preso Antes da operação desta quinta-feira, apenas um suspeito havia sido preso: o soldado da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) Fabrício Emmanuel Eleutério. Nos últimos três anos, ele foi investigado por 34 mortes, responde a cinco processos no Estado e já havia sido preso em abril de 2013 sob suspeita de integrar um grupo de extermínio. Os advogados do PM afirmam que ele é inocente. Laudos periciais apontam que quatro calibres diferentes foram encontrados nos locais dos crimes e nos corpos das vítimas: 9 mm, .45, .380 e 38. Parte das munições pertence a lotes comprados pela Polícia Militar de São Paulo, pela Polícia Federal e pelo Exército Brasileiro, entre 2006 e 2008.

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