Diário da Região

19/02/2015 - 12h17min

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Catar chamou embaixador no Egito em protesto a acusações de apoiar o terrorismo

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O governo do Catar chamou seu embaixador no Cairo em protesto a comentários negativos sobre o país feitos pelo representante egípcio da Liga Árabe, Tarek Abdel.

O acontecimento marca uma nova crise nas relações entre o Catar e o Egito desde que Abdel-Fattah el-Sissi derrubou o então presidente democraticamente eleito Mohammed Morsi em julho de 2013. O Qatar era um grande apoiar de Morsi e da Irmandade Muçulmana. Em declaração, o Qatar informou que estava chamando o embaixador "para consultas".

De acordo com a agência de notícias egípcia MENA, Abdel declarou que os representantes permanentes da Liga Árabe apoiam os ataques aéreos na Líbia conduzidos pelo Egito esta semana contra o Estado Islâmico, como direito a autodefesa, e que apenas o Catar se "desviou" do consenso árabe. Abdel ainda acusou o Catar de tomar constantemente posições contra o Egito. "De acordo com a leitura que fizemos, é evidente que o Catar está mostrando que apoia o terrorismo", disse.

Os ataques aéreos do Egito foram em resposta a um vídeo postado online por extremistas do Estado Islâmico na Líbia mostrando a decapitação de 21 egípcios cristãos coptas.

O diretor de Assuntos Árabes do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Saad bin Ali al-Mohannadi, afirmou que o seu país condena veementemente a morte dos 21 egípcios, mas critica a fala de Abdel, chamando-a de "declaração tensa, que confunde a importância de combater o terrorismo com o assassinato brutal de civis". Al-Mohannadi ainda disse que o Catar apoia a vontade do povo egípcio e a estabilidade do governo, mas tem reservas quanto às ações militares do país.

O presidente do Conselho de Cooperação do Golfo, Abdullatif al-Zayani declarou que é falso sugerir que o Catar apoia o terrorismo, que as alegações "ignoram os fatos" e as ações contra o terrorismo e o extremismo que Doha toma com seus parceiros do Golfo, Arábia Saudita, Bahrein, Kuwait, Omã e os Emirados Árabes Unidos. "Esse tipo de declaração não ajuda na consolidação de uma solidariedade árabe num momento em que estamos passando por grandes desafios que ameaçam nossa segurança, estabilidade e soberania", disse al-Zayani nesta quinta-feira. Fonte: Associated Press.

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