Diário da Região

08/10/2015 - 00h32min

Cartas do leitor

Gastança 1

Cartas do leitor

A campanha "Chega de Luxo", encetada pela Rádio Jovem Pan, contra abusos realizados em todas as esferas, pelos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, com o dinheiro público, jogando o sagrado dinheirinho do sacrificado contribuinte pela janela (como por exemplo, a compra pela Assembleia Legislativa de São Paulo, de bolachas e biscoitos recheados, numa licitação no valor de R$ 147 mil, para o café da manhã dos deputados enquanto a merenda escolar padece, sem verbas para o leite das crianças) chegou a Rio Preto. Adorei o editorial do Diário da Região que sugere que os quatro carros novos que a nossa Câmara Municipal quer comprar poderiam ser adquiridos com o dinheiro da redução dos salários dos vereadores. Pronto, falou! E muito bem disse!

Waldner Lui, Rio Preto

 

Gastança 2

Não entendi bem a manchete do Diário, 04/10: "Vereadores vão torrar R$ 222 mil em carros novos e até uma minivan". Ora, num momento de crise econômica que estamos atravessando, é ate risível, para não dizer ridícula, a intenção de alguns vereadores em adquirir carros novos. Pelo que sei, existem na garagem da Câmara vários carros que são utilizados somente para viagens. Porém, permanecem lá parados, o tempo todo. Por que não utilizam esses veículos para atender as demandas da população? Outra coisa: na garagem supracitada não existe mais espaço para estacionamento de veículos. Se está sobrando dinheiro no Legislativo, que ele seja aplicado em outros itens que favoreçam a população. Existem tantas entidades filantrópicas necessitando de ajuda. Se quiserem, aponto uma infinidade delas. O Presidente da Câmara também sabe quais as entidades que precisam de auxilio. Que prevaleça o bom senso. E que a tal "nova frota" seja esquecida, porque, sinceramente, diante da crise escancarada, fazer farra com dinheiro público, é, no mínimo, uma tremenda demonstração de falta de solidariedade. Para não dizer outra coisa.

Milton Roberto Zanatel, Rio Preto

 

Mercadão

Também gosto muito do nosso querido Mercadão. Desde menino sou frequentador do mesmo, meu saudoso avô me levava sempre lá aos domingos pela manhã, ora na pastelaria Palmeiras dos Figueira ora na S.José da dupla Zico/Júlio, onde ríamos de ver certos caras de pau comerem cinco pastéis e quando perguntados para acertar a conta diziam "comi só dois". E após os deliciosos pastéis uma esticadinha na banca de laticínios do seu Campos para acertar a pescaria de gordini no rio Turvo. Quanta saudades do Mercadão nos bons tempos de Rio Preto. Agora estamos lendo com preocupação as especulações sobre o mesmo. Muita gente fazendo propagandismo negativo sobre a reforma do mesmo, apregoando sua descaracterização, que também sou contra. Acredito não fazer parte da realidade. Acredito sim, que o secretário Jorge Menezes com toda sua experiência política não iria batalhar uma considerável verba junto ao governo para "descaracterizar" o nosso Mercadão, mas sim para fazer as reformas que se fazem urgentes e necessárias no mesmo. O absurdo nesse imbróglio todo seria o "deixe como está". Confio no bom senso do secretário e tenho a certeza de que fará o melhor em prol do nosso querido, histórico e aconchegante Mercadão.

Carlos Marechal de Carvalho, Rio Preto

 

Trânsito 

Apesar das campanhas e mais campanhas educativas, visando a boa educação de uma parte dos condutores de veículos e motociclistas, não é surpresa para ninguém o fato de que, em especial, os motoqueiros formam a maior parte das vítimas fatais, um peso à economia e ao futuro do Brasil. Entre 1.998 e 2010, a frota nacional de motociclistas aumentou em ritmo acelerado, o que vem significar a grande demanda de acidentes provocada por motoqueiros, que trafegam por todo o Brasil. O desempenho da economia brasileira, a partir da década passada, permitiu o acesso da população, bens e serviços, que antes não poderiam alcançar, onde citamos, por exemplo, eletrodomésticos, veículos, planos de saúde e passagens aéreas. Esta é a parte boa, notadamente com a expansão e o crescimento da indústria automobilística, porém, há um problema de natureza grave registrado na última década que, além de trazer transtornos, está matando milhares de brasileiros, principalmente jovens, em decorrência do que estamos narrando: acidentes de trânsito, envolvendo como destaque especial os motociclistas. O crescimento do número de mortes, mormente de homens entre 20 e 35 anos de idade, 62% delas estão nesta faixa etária do auge de suas vidas e de forma produtiva, constituindo-se em um fato simplesmente lamentável e que choca verdadeiramente seus familiares. A Organização das Nações Unidas (ONU), no lançamento da Década Mundial de Ação pela Segurança, reiterou que a palavra acidente não é o melhor para definir acontecimentos de trânsito, que fazem mortes e feridos. Essas ocorrências são, por essa visão, episódios de violência, já que é algo imprevisível e inevitável, sendo que a maioria dos casos ligados a este fato, conforme já dissemos, torna-se imprevisível em todos os ângulos do tráfego, que se verificam em todo o território nacional.

Alessio Canonice, Ibirá


Velocidade 

Eu sempre dirijo pela rodovia Washington Luís entre Rio Preto e Catanduva, e vejo várias placas indicando a velocidade máxima da 110km/h para veículos leves e 90km/h para pesados. Porém, percebo que os pesados (ônibus e caminhões) não respeitam e também andam a 110km/h. Queria saber o que as autoridades responsáveis têm a dizer sobre esse fato. Obrigado.

Rodrigo Luís Tutini, Rio Preto

 

Cartas: 

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: leitores@diariodaregiao.com.br

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