Diário da Região

06/05/2016 - 00h00min

Cartas do Leitor

Intolerantes

Cartas do Leitor

Um dos assuntos do momento no Brasil, infelizmente para nós, é o cuspe do ator José de Abreu. Quanto de terrível se mostra, cuspido e escarrado, na atitude estúpida desse petista e de outro parlamentar, o deputado Jean Wyllys. A intolerância - política ou religiosa – é um caminho perigoso, preocupante, repleto de minas altamente explosivas e destruidoras.

Não gosto de suas opiniões, não tolero seus contras, não admito suas ideias, não aceito suas posições, não considero válidos seus argumentos. Sabe então o que faço com você?

Humilhação das mais reconhecidas, cuspo-lhe na cara. Para mostrar o quanto você é inferior a mim. Para que entenda o quão vil e desprezível é sua presença. Uma cusparada bem no meio de seu rosto, e que acerte seus olhos, para que você entenda que comigo ninguém pode e pare de me encarar. Quero você cego de ódio e cabeça baixa de vergonha. Triste legado esse de crise moral e da desconstrução de valores que se instalou no Brasil nos últimos anos.

O modo de ser, ver e viver do governo do PT está deixando marcas impensáveis na alma do povo brasileiro. Temos hoje um país desunido, dividido, rachado entre cores distintas das bandeiras que empunham. A garra, o afã e a destemperança com que petistas se embrenham em defender seu projeto de poder só não são mais temíveis e assustadores que o próprio PT e suas ambições. Éramos um país que buscava amenizar e equilibrar as diferenças, e não acentuá-las, realçá-las como hoje é notório e sabido. Heteros e homos, pretos e brancos, pobres e ricos.

O importante para o atual governo é valorizar as diferenças, e que fiquem bem nítidas; que se instalem o dissabor, a desarmonia, a maledicência e que o fruto das intrigas entre a sociedade seja multiplicado e estimulado. Outro assunto que deve começar a merecer a atenção de todo brasileiro são os atos finais da presidente Dilma em seu derradeiro e lamentável desgoverno. Medidas com o intuito de colocar a pá de cal sobre a economia agonizante, e que todo o mal fique para o próximo.

O legado moral, ético e psicológico do atual governo será avassalador sobre as próximas gerações se não houver um trabalho sério e contínuo de reordenação de valores, de reconstrução de princípios de cidadania, verdade e civismo. O Brasil acordou a tempo. Está em busca da libertação da corrupção que sangra, empobrece e revolta. Os devaneios e desvarios estão com os dias contados.

Há muito trabalho pela frente. Sem cuspes em nossa dignidade. Sem inversão da realidade. Sem a mentira deslavada e crônica. Sem inversões absurdas da verdade. Sem delírios populistas e demagogos. Um tempo que pode, deve e precisará ser de reencontro com a dignidade e a justiça que nosso povo merece. Liberdade de viver num Brasil que todos nós merecemos. Justo e lindo para todos. Só vamos conseguir se nas próximas eleições não cuspirmos nas urnas. O legado do cuspe tem que acabar, agora.

Roberto Lima, Rio Preto.

 

Corrupção

Os atos de corrupção que assolam o país deixam um odor maléfico que dificilmente será diluído até as eleições de 2016. A certeza que fica é que os candidatos não podem se esquecer de que hoje os eleitores já não são mais ‘maria vai com as outras’. Independentemente da classe social e formação acadêmica, todos têm acesso a meios de comunicação rápidos e precisos. Internet, imprensa mais ativa e sem censura, movimentos extra-partidários que levam às ruas as falsas promessas e descalabros de quem brinca com a confiança do eleitor.

Cada passo bom ou deletério dos homens públicos e de eventuais pretendentes aos cargos eletivos é compartilhado com a população, que fará sua avaliação. Deporá contra os políticos qualquer autoafirmação de que são donos de benesses ao povo sem explicar como, o porquê e de onde vem o dinheiro e a autoridade para fazer isso ou aquilo.

Só não roubar basta para ser um político do bem? Não, não basta. Honestidade não é virtude, é obrigação de todos nós. Principalmente de quem teve a intendência popular de controlar as vidas da sociedade com um mandato!

Carlos Fett, Rio Preto.

 

Sujeira

Que a praça Rui Barbosa está num estado lamentável de conservação, todos nós sabemos. Mas o calçamento da área interna tem várias camadas sobrepostas de "obras de arte de pombos", cujos excrementos tornam difícil até enxergar o petit-pavé do calçamento.

A lavagem do espaço tem se restringido apenas nas calçadas do entorno, mas no meio da praça a sujeira dos pássaros se sobrepõe em várias camadas e além do cheiro, que incomoda as pessoas que passam por ali ou utilizam seus bancos, pode ser um problema sanitário. Urge que se tome uma providência, assim como tem acontecido nas calçadas ao redor do Forum, cuja lavagem é feita a cada dois dias. Se o prefeito Valdomiro criou a Lei do Sujão que pune com multas quem joga papel ou qualquer tipo de lixo no chão, cumpre à Prefeitura fazer a sua parte também nesse setor.

Waldner Lui, Rio Preto.

 

Descaso

Não é novidade para ninguém o tamanho do descaso da Prefeitura de Rio Preto tem com a população. Moro no bairro São Francisco e perto de minha casa tem um ponto de apoio, ao lado do Parque Ecológico. Sempre estão colocando fogo. A Prefeitura já prometeu colocar vigias, só que como não é perto da casa do prefeito nenhuma solução foi tomada até o momento.

Faz dois dias que estamos inalando fumaça, os moradores não aguentam mais. Quando será que vão resolver este problema?

Maria Luiza Dantas, Rio Preto.

 

Lágrimas

“Ninguém chega ao paraíso com os olhos enxutos”. Na caminhada evolutiva não temos só alegrias, uma boa parte de nossas vidas é marcada pelo sofrimento e às vezes pela dor. Por que isso? Porque a gente colhe aquilo que planta, logo, se plantamos o mal vamos ter sofrimento na caminhada.

Agora, existem dois tipos de lágrimas, uma delas é de gratidão por termos chegado ao paraíso depois de tantos esforços. Essa lágrima da chegada nos deixa extasiados pela felicidade de colocar os pés numa vida melhor.

Entretanto, outra lágrima é aquela que vertemos no momento em que, ao invés de nos locupletarmos com o paraíso, é o convite para a gente voltar e ajudar outras almas enroscadas na caminhada da vida. Essa lágrima é de gratidão que nos traz muitas alegrias pelo ato de servir.

Wilson Focássio, Rio Preto.

 

Cartas

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: leitores@diariodaregiao.com.br

 

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