Diário da Região

09/09/2017 - 00h00min

Cartas do Leitor

Placas

Cartas do Leitor

Está na lógica urbana que o rio-pretense não lê placa de trânsito, logo, não a obedece e comete infrações por conta disso. Por não ler placas e não haver fiscalização eficiente o motorista não só desafia a lei mas quer que isso seja considerado como cultura típica do local. Mas existem motivos de sobra para que o motorista ignore placas de trânsito: é a falta de manutenção e conservação delas.

A SMTTS dá motivos para isso. Apagadas e mal posicionadas são ignoradas e as infrações de trânsito se repetem pois nem fiscalização existe. É um jogo sujo de desobediência às leis. Por um lado ficam os motoristas, atores desse teatro a cometerem as mais variadas infrações de trânsito diante de placas sujas e apagadas pelo tempo, diante de uma fiscalização absolutamente ineficiente e desproporcional. Afinal, o que fazer diante de uma placa velha, suja e apagada?

Se você tiver um pouco só de curiosidade, atrás de cada placa homologada existe uma data, data de fabricação (mês e ano), além da informação do fornecedor. Porém não tem data de vencimento. Por isso que temos placas em condições precárias e ilegíveis. Este tipo de sinalização ineficiente entrega que não existe política de trânsito na cidade e é por isso que as coisas só funcionam de forma pontual e na base da reclamação.

Antonio C. Tomaigho, Rio Preto.

 

Lava Jato

As vultosas movimentações de dinheiro da operação Lava Jato nos levam a pensar em uma nova (talvez não tão nova assim) patologia: a ambição desmedida por astronômicas quantias de dinheiro.

Nos últimos dias ouvimos o ex-ministro Palocci falar em R$ 300 milhões à disposição do Partido dos Trabalhadores, Geddel Vieira Lima guardava em seu apartamento mais de R$ 50 milhões, o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e Joesley Batista, proprietário da JBS, operacionalizaram também milhões e milhões de reais, para citar somente esses, que são a bola da vez.

Quando o cidadão comum fala em R$ l0 mil, 15 mil, já achamos muito, quanto mais ambicionar (para quê?) centenas de milhões de reais, o que nos leva crer que os cidadãos citados padecem de um sério distúrbio mental ou de personalidade.

Encheram (e como) seus bolsos e esvaziaram moralmente o Brasil perante o cidadão comum e a comunidade internacional. Só pode ser patológico esse desejo por tanto dinheiro. Com a palavra os psiquiatras e psicanalistas.

Wander Cortezzi, Rio Preto.

 

Educação

“Onde não há Lei, não há liberdade” - liberalista John Locke. Nós pais, família e sociedade estamos atentos ao que é ensinado às nossas crianças dentro da sala de aula. Numa sociedade plural, o direito de cada um deve ser respeitado e não imposto por nenhum educador.

Acredito que 100% dos educadores são profissionais sérios, vocacionados e que respeitam a formação educacional das famílias de seus alunos, mas pode ocorrer que algum, mesmo sem intenção, possa falhar (como em toda a profissão ocorre) quando leciona conteúdo de credo, política e mesmo sua própria orientação e ideologia sexual contrária a formação de seus alunos indefesos.

É para isso que o projeto de Lei “Escola Sem Partido” esclarece e abre um campo ilimitado onde a Escola e o Professor possam lecionar com muito mais liberdade, salvaguardando o direito e a proteção de cada criança. Do jeito que está, sem a aprovação da “Lei Escola Sem Partido”, as Escolas e os Professores correm imenso risco de serem processados civil e criminalmente, julgados e até exonerados por ensino que contraria a formação intelectual das crianças e adolescentes, por infringirem o ECA, a Constituição e o Código Civil.

Afonso Martins, Rio Preto.

 

Políticos

Político, em geral, são indivíduos abomináveis. Getúlio Vargas foi um estadista e teve a coragem de se suicidar para não cair na maldição, e deixou uma carta dizendo que deixava a vida para entrar para a história. E realmente entrou para história recente do país. Marca presença até hoje no cenário político como exemplo de homem público de estirpe e, nesta contingência, tirou a própria vida em 25 de agosto de 1953, desferindo um tiro no próprio peito.

E os atuais políticos, com raras exceções, entram para a história com qual título? Sem exagero, entram como ladrões e larápios do dinheiro público. E a roubalheira inicia-se com a tal famigerada cota partidária, cujo orçamento atual gira em torno de novecentos milhões de reais, para deleite dos partidos nanicos, cujos dirigentes se fartam em viagens país afora com o subterfúgio de palestras de temas políticos, mas na realidade, são passeios e diversões turísticos hospedando-se em hotéis de luxo e frequentando restaurante de alto padrão internacional.

Uma verdadeira farra com o nosso dinheiro e sem prestar contas ou as contas são para inglês ver. O ideal seria acabar com esta farra impedindo, com a reforma política, em cogitação, que os já eleitos não pudessem ser reeleitos, deixando o lugar para outros com melhores intenções e não perpetuar o mal caráter dos profissionais da política.

Antonio Luiz Pimentel, Rio Preto.

 

Advogados

A função de um advogado é defender seu cliente. Isto não quer dizer que ele tenha obrigação de torná-lo inocente. A obrigação é de que na defesa de seu cliente, ele tenha um julgamento justo. Mas, na prática, não é bem assim. Advogado “bom” é aquele que ganha a causa, independentemente do seu cliente ser inocente.

E assim são os nossos governantes do Executivo por exemplo, que para serem considerados bons, não podem ser honestos. Se não negociarem com o Legislativo, ou seja, o toma lá da cá, não conseguirão aprovar seus projetos porque lá, a grande maioria também são de desonestos.

As campanhas são o cerne principal dessa corrupção toda que agora estamos vendo. Pelo alto custo, são praticamente compradas. Sem muito dinheiro, não se ganha eleição. No Legislativo por exemplo, gasta-se quatro vezes mais do que receberão em quatro anos de mandato (Data Folha). Como não é por amor à pátria, gera-se aí "a fome com a vontade de comer" onde, tanto o partido quanto o candidato que angariarem mais dinheiro, mais poderosos serão.

Cesar Maluf, Rio Preto.

 

Cartas

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: leitores@diariodaregiao.com.br

 

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