Diário da Região

29/07/2017 - 00h00min

Cartas do Leitor

O leilão da ‘santa’

Cartas do Leitor

Parece insano o que aconteceu na quermesse da Igreja Católica (Diário da Região 27/07/17)), onde uma imagem de “santa” foi leiloada por dinheiro. Nos faz lembrar de “Simão o mágico” que quis comprar os dons de Deus com dinheiro, “crime-pecado” que os Apóstolo Pedro recusou, dai se originou a expressão “Simonia” (Atos 8:9-24) que é a venda de favores divinos, coisas sagradas, objetos de devoção, etc, em troca de dinheiro, uma clara contradição ao Direito Canônico Católico. O que não é muito diferente também, do que dizem ocorrer em algumas 'ditas' igrejas neo-pentecostais sejam elas municipal, estadual, internacional, mundial ou universal, “'mas dois erros não fazem um acerto”.

O que dizer também das muitas quermesses católicas que também vendem cachaça, cerveja, o que seria também um explícito “desserviço” à Pastoral da Sobriedade que tanto ajuda os alcoólatras e suas famílias sofridas?

E as imagens de “santos” oferecidos a R$ 1,99 em lojas perto da rodoviária, bem como as 'aparecidas' vendidas nas casas de umbandas e candomblés, luz, trevas ou tudo igual, no mesmo barco?

O que dizer do Apóstolo São Paulo em 1 aos Coríntios 10:19,20 quando afirmou : Quando as pessoas cultuam uma imagem na verdade estão prestando culto aos demônios

A nossa compaixão recai mesmo é sobre os católicos honestos e cheios de fé que buscam em Jesus seu único e suficiente Salvador. A estes o nosso respeito.

Afonso Martins, Rio Preto.

 

Auxílio-atleta

Fiquei indignado com tantas indignações em vão com a patacoada do auxílio-atleta, e com a renúncia da instalação de comissão protestante contra dois vereadores envolvidos até o talo nas diversas irregularidades apuradas.

Ora, se os vereadores representam o eleitor, é de se supor que agiram de forma ética e justa ao não permitir que dois colegas fossem investigados. Supõe-se que nossos vereadores agem em defesa das coisas certas, sem negociatas e conchavos. Tudo em nome do povo posto que -afinal- democracia é assim. Balela?

Combinemos uma coisa. Se fosse do outro lado, a mesma covardia iria acontecer. Alguém duvida?

Basta lembrar que são políticos e antes de serem políticos rio-pretenses, são políticos brasileiros, que valem menos que titica de galinha. Não cabe indignação. Só conformismo e achar graça dos malabarismos de nossos “ilustres e honrados” vereadores.

Wéliton de Oliveira, Rio Preto.

 

Favela

Interessante as pessoas vem conhecer a cidade e resolvem ficar morando definitivo, exigindo que o prefeito dê casas para elas. Formando favelas, fazendo pressão de quem não tem nada a ver com isso. Ao invés de exigir em suas cidades seus direitos de cidadão, onde já tem seus registros, vem fazer algazarras aqui? Nós pagamos nossos impostos e eles o que fazem? Que palhaçada é esta? Aqui somos todos idiotas? Querem casa, comida, médicos, remédios e daqui a pouco vão pedir carro para carregar os filhos.

O prefeito tem que investigar de que cidade vieram, e mandá los de volta ou que os prefeitos de suas cidades, ajudem onde elas estão infiltradas. Se a moda pega, ao ajeitar para estes, virão mais famílias esperar oportunidades para nos atacar.

Como seres humanos temos o dever de ajudar qualquer pessoa necessitada, mais não com pressão. Se não buscarem socorro em Deus, não é governo que vai sustentar o mundo. Talvez eu esteja errada, mas não aguento mais essas condutas escandalosas. Nós ficamos felizes por gostarem de nossa cidade, mas não gostamos desses modos grosseiros, isso não leva a lugar nenhum! É ridículo chegar em uma casa como hóspede e começar a fornicar.

Aparecida Lombardi, Rio Preto.

 

Reconhecimento

Com frequência, lemos e ouvimos comentários diversos, ora denegrindo, ora criticando diversos órgãos públicos de nossa municipalidade. Quer relativamente ao atendimento, quer a demora e que tais.

Entretanto, torna-se digno de registro enaltecer e reconhecer, gratuitamente, a maneira gentil, tolerante, educada e atenciosa, dispensada pelos funcionários e funcionárias da Farmácia Medex II, do Hospital João Paulo II, local, em especial aos idosos que ali buscam seus medicamentos.

Assim, externo à Administração daquele nosocômio a satisfação de ter comparecido e visualizado, in loco, a forma de funcionamento daquele setor importante para a sociedade.

Aparecido Lopes Feltrim, Rio Preto.

 

Armagedon

Por quanto tempo mais vamos permitir que políticos e gestores públicos roubem e destruam nosso país? Houve o tempo da esperança, que se perdeu junto ao grito mórbido dos últimos brasileiros. Brasil, um dia o país mágico das águas, florestas e céu retumbantes. Mas, eis que veio a noite e junto dela os inimigos ocultos da democracia: a mentira, o engodo e as armadilhas da corrupção.

Não soubemos interpretar os sinais de que o fim já se fazia presente, e na última centelha de esperança entregamos nossa expectativa, já em frangalhos, à deusa chamada Justiça. Convalescendo, pois também se contaminara no lago putrificado das benesses e conluios, a última crença sucumbiu diante dos últimos filhos deste chão sagrado, que se derramaram em prantos ao testemunharem os vermes consumirem a grande imagem de olhos vendados: sua espada e sua Lei de nada adiantaram. Agora, no solo que outrora nutria sonhos e esperanças, corre o sangue e a fome dos últimos combatentes.

Da gigantesca fenda que rasgou o país de Norte a Sul, emergem cavalos e cavaleiros vindos do inferno a ceifar, para o mundo das tormentas, brasileiros e brasileiras que, acovardados não responderam ao seu país quando este lhes suplicava para a batalha contra a grande tirania. Então, do cume mais alto, da montanha mais seca, uma criança vestida de branco reluzente, segurando a chave das doze tribos, sentenciou em voz que fez estremecer todos os ares: “Não se esqueçam de que no tempo da vigilância todos vós dormíeis, mas agora, no tempo de descansardes, vos afligireis, pois o castigo da indiferença é o arrependimento eterno”.

Ivo Ceron Junior, Tanabi.

 

Cartas

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: leitores@diariodaregiao.com.br

 

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