Diário da Região

17/06/2017 - 00h00min

Cartas do Leitor

Circo

Cartas do Leitor

Com absoluta certeza, tenho afirmado neste espaço democrático que o plenário do nosso Legislativo é um palco circense, e este Diário, na edição desta quarta-feira, 14-06, página 4A, afirma, “in litteris”, “Sessão para abafar CPI do Auxílio-atleta termina em baixaria”.

Nada mais ridículo e vexatório os que supostamente rapinaram o dinheiro do erário público tentarem justificar o injustificável. E os nobres e “pundonorosos” vereadores quase transformaram o plenário em ringue, após a maioria deles negar mais prazo para a investigação de fraudes no Esporte nas quais dois parlamentares são suspeitos de envolvimento.

Menos ringue e muito mais circo, porque os protagonistas têm mais cara e pinta de palhaços, sem por e nem tirar nada e estão no lugar certo, no picadeiro circense da Câmara. Aliomar Baleeiro, o emérito professor que foi da Universidade da Bahia e do Distrito Federal, em sua obra A Política e a Mocidade (1957), já dizia com muita propriedade: “É certo que o povo já se acha terrivelmente fatigado do mesmo espetáculo, com antigos palhaços que envelheceram e repetem, sem variações, as mesmas piadas, cobertas de pó e tinta as rugas do ofício. As “vedetes” do circo mal disfarçam a adiposidade em que se afundaram as curvas e os donaires dos 25 anos decorridos”.

Os munícipes pedem e clamam aos políticos por mais dignidade e vergonha na cara e mais sincero na arte de legislar e se a geração atual não for capaz de substituir o elenco a tarefa incumbirá aos jovens, cumprindo-lhes mudar o programa e aposentar os velhos palhaços e nos livrar da politicalha e daqueles que são a voz do dono, submissos e acovardados.

Antonio Luiz Pimentel, Rio Preto.

 

Polícia Civil

Cumprimentando-os cordialmente, sirvo-me deste par registrar o agradecimento da Polícia Civil do Estado de São Paulo, a esse Órgão de Imprensa, que sobremaneira, vem se destacando no Noroeste Paulista, pelo espaço cedido, quando da publicação, em 31/05/2017, do artigo escrito pelo Exmo. Dr. Alexandre Del Nero Arid, Delegado de Polícia Assistente desta Seccional, cujo tema foi “Polícia Judiciária e Constituição”.

Verifica-se, por oportuno, que este periódico continua mantendo seu compromisso com a verdade e com o dever de bem informar a população de São José do Rio Preto, veiculando notícias importantes para o desenvolvimento da cidade e de seus munícipes.

Aproveito a oportunidade para renovar a Vossa Senhoria, meus protestos de elevada estima e distinta consideração.

José Mauro Venturelli, delegado Seccional de Polícia, Rio Preto.

 

Política

Tens uma empresa que não vai indo muito bem. Ela tem um gerente de sua confiança. Resolves contratar uma empresa administradora. Dá a ela autonomia total para agir, contratar, inclusive contrair empréstimos. E some, desaparece e esquece. Passa com isto a confiar totalmente. Sem cobranças.

O que achas que poderá acontecer com sua empresa? O gerente sempre foi de sua confiança mas sob suas ordens. Quem mandará mais, o gerente ou a administradora? O gerente, não haveria então necessidade da administradora. Confiando plenamente na administradora e não pedindo satisfação nenhuma a ela, o que normalmente poderá acontecer? Diz o ditado que quem engorda o porco são os olhos do dono.

E é isso que acontece com o Brasil. Quem são os nossos legítimos representantes, no caso os administradores ou o nosso gerente? Quem manda mais? O gerente que no caso é o presidente, ou nossos administradores, que no caso é o Congresso Nacional? O gerente, tal qual o presidente, da suas sugestões mas depende, para aprovação dos seus projetos, dos administradores, no caso o Congresso Nacional.

Acontece que nossos representantes, que foram eleitos para analisar, verificar a necessidade, determinar a prioridade dos projetos do presidente, se vendem em números suficientes para uma maioria, em troca de benefícios próprios, e formam a chamada governabilidade, aprovando os projetos mesmo que não sejam para o bem da nação. Por que fazem assim? Porque deixamos por conta deles sem cobranças. Não lhes exigimos responsabilidade nenhuma. Cobramos apenas do presidente.

Cesar Maluf, Rio Preto.

 

Uber

Com uns poucos toques na tela do celular o transporte é solicitado, o tempo de chegada e trajetos definidos e o custo, justo, informado. Eis aí a solução nova de velhos problemas. O acesso para os usuários, pelo custo e pela praticidade, é amplo e as oportunidades para quem quer trabalhar também. Em algumas oportunidades como usuário, em diálogo com o condutor, pude constatar que aquele trabalho era a solução para um desemprego fruto da crise e ainda possibilitava ganhos maiores, ou seja, bom para o usuário e bom para o condutor.

Tudo o que é em favor da população deve ser incentivado e não obstruído. Para aqueles que não querem deixar a zona de conforto, acordem e trabalhem mais e para aqueles que querem manter os privilégios de poucos em detrimento de muitos, que não se esqueçam da missão de servir a população.

João Batista Romero, Rio Preto.

 

TSE

O Brasil inteiro tomou conhecimento sobre um dos julgamentos mais polêmicos que se tem conhecimento na história, cujo resultado de 4 votos contra 3 pela não cassação da chapa Dilma/Temer não causou surpresa para milhões de brasileiros que acompanharam a movimentação desse feito.

Quanto ao futuro do presidente propenso e inclinado a terminar seu mandato em 31 de dezembro de 2018, tem-se a impressão de que articulações políticas poderão trilhar novos caminhos e dar continuidade às denúncias já apresentadas e que não deixam margens de dúvida sobre o possível posicionamento da oposição.

Alessio Canonice, Ibirá.

 

Carta-poema

Que carta maravilhosa essa publicada na seção “Cartas do Leitor”, do Diário da Região, assinada por dona Maria Conceição Brantis Solfa, endereçada ao seu filho, o delegado Guerino Solfa, assassinado há um ano. De nos fazer soluçar com a alma e compartilhar com ela essa dor.

Nossa, que mulher forte, digna e perseverante. Um exemplo de vida e um apoio para todas as mães que como ela, tiveram a infelicidade de perder um filho. Que Deus continue cobrindo-a de bênçãos e lhe dê forças para suportar a ausência do filho. Sua carta é um poema. Profundamente triste, mas um poema de amor. Deus a abençoe.

Waldner Lui, Rio Preto.

 

Cartas

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: leitores@diariodaregiao.com.br

 

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