Diário da Região

01/06/2017 - 00h00min

Cartas do Leitor

Militares

Cartas do Leitor

Tenho opinião diferente de muitas pessoas, não desejo a volta dos militares quero sim que fiquem aquartelados sobreaviso de prontidão, mas de braços cruzados. Justifico: nunca tive medo deles, muito menos fiquei inseguro com eles no poder. Na minha juventude jamais precisei ficar com medo do Dops ou de qualquer força de segurança, jamais tive minha liberdade restrita ou privada. Bem ao contrário do que vejo falar hoje, havia ordem e progresso no Brasil e os contraventores temiam a polícia e a justiça (bandidos e corruptos não mandavam nem dominavam a justiça como ocorre hoje).

Lembro que quem temia as forças de segurança eram os políticos desmamados das “tetas” da coisa pública, esquerdistas de todas as vertentes comunistas, alguns artistas, uma pequena parte de professores universitários e algumas instituições e sindicatos que lutavam para parar o desenvolvimento do país.

Como ex-militar do 4° Batalhão de Infantaria Blindada (4° BIB) de Quitaúna, do mesmo pelotão que o Lamarca roubou as armas do Exercito, entendo que só há uma forma de fazer as mudanças necessárias para restabelecer a ordem e a justiça. Toda força militar e policial precisa parar, isso mesmo aquartelar (não é insubordinação), tipo uma greve ficando nos quartéis exercendo pressão para uma mudança real.

Como assim? Forças armadas (Marinha, Exercito e Aeronáutica ) e forças auxiliares ( policia militar, bombeiros e as guardas municipais) além é claro da hoje mais do que nunca guardiã da Republica Policia Federal. Todos parados aguardando a rendição ou compromisso dos nossos “lideres”.

Eles ainda possuem medo da policia e dos militares, pois são criminosos, dominam as empreiteiras, as estatais, o contrabando, o trafico de drogas etc. O homem de bem trabalhador só tem a ganhar com essa ação.

Audinei Lopes Bonfanti, Bálsamo.

 

Vale Tudo

No final dos anos 80, não sei se já era uma realidade, uma ficção ou uma premonição dos autores globais Gilberto Braga e Agnaldo Silva quando escreveram a novela Vale Tudo que de forma geral questionava até que ponto valia a pena ser honesto no Brasil e qual o preço a ser pago para levar vantagem em tudo.

Na última cena da novela um empresário corrupto foge do Brasil, em seu jatinho particular, decolando do aeroporto no Rio de Janeiro dando uma “banana” para o povo brasileiro. Passados quase 40 anos a cena se repete na vida real com a única diferença que a decolagem foi no aeroporto de Guarulhos em São Paulo e que não vimos o “cacho de bananas” dado pelo empresário Joesley Batista ao povo brasileiro.

Agora esse empresário “bem-sucedido” deve estar curtindo o seu iate e as suas mansões espalhadas pelo mundo enquanto os tupiniquins estão a comer as “bananas”. Vale tudo?

Miguel Freddi, Rio Preto.

 

Era uma vez...

O artigo de João Pereira Coutinho "Os cavaleiros da triste figura" (Folha, 30/5), que remete ao imortal romance de cavalaria “Dom Quixote de La Mancha” de Miguel de Cervantes (1547-1616), nos leva a refletir sobre a oposição entre teorias conservadoras e revolucionárias. O autor se serve da figura retórica da ironia, o recurso dos escritores mais lúcidos, para criar um personagem idealista e reacionário, ao mesmo tempo.

O fidalgo espanhol, definido como O Cavaleiro da Triste Figura, influenciado pela leitura de romances medievais, resolve andar pelo mundo lutando para restabelecer os ideais daquela época remota, como se na Idade Média não existissem injustiças e outras mazelas sociais.

Infelizmente, a nostalgia dos tempos passados infecta a mente não apenas da massa popular, mas também de gente erudita, retardando a evolução humana. A fixação em fantasias antigas, de ordem religiosa (crença em palavras atribuídas a profetas, tipo Moisés ou Maomé), política (o nazismo de Hitler, o marxismo de Stalin, considerados salvadores da pátria) ou moral (preconceitos e normas que limitam o direito à liberdade e à felicidade humana), é consequência de uma mentalidade infantil, ainda ligada aos contos de “Era uma vez...”, onde o tempo é visto como imutável, eterno.

O ser humano deveria curtir o sentimento da realidade imediata, afastando-se de velhas fantasias infrutíferas para viver o momento presente com o aproveitando da experiência do passado, mas com os olhos postos no futuro, sem repetir os antigos erros. Não podemos confundir “conservador” (quem dá valor às coisas boas do passado) com “reacionário” (quem reage negativamente a qualquer ação inovadora). Evolução implica em constante revolução, alterando as leis (inclusive a própria Constituição) toda vez que não atenderem às necessidades da Nação. Aí, sim, poderíamos nos considerar cidadãos de um Estado verdadeiramente democrático.

Salvatore D’Onofrio, Rio Preto.

 

Meio Ambiente

Verões mais quentes e invernos mais rigorosos, maior número de enchentes, secas e incêndios florestais, aumento da intensidade de tempestades e furacões, derretimento de geleiras e capotas polares e elevação do nível do mar são algumas das consequências das mudanças climáticas já percebidas em várias partes do planeta, inclusive no Brasil.

Essas alterações ocorrem em função do aumento da temperatura média no Brasil e no mundo, e são causadas por um fenômeno conhecido como aquecimento global, que vêm ocorrendo nos últimos 150 anos. O efeito estufa é um fenômeno natural que existe para manter a Terra aquecida.

Sem essa camada de proteção, formada por gases, o nosso planeta seria coberto de gelo. O problema surgiu quando o homem passou a desenvolver novas tecnologias e a queimar combustíveis fósseis, como carvão e petróleo, para fazer máquinas e indústrias funcionarem.

O resultado foi o aumento da emissão de gases que causam o efeito estufa na atmosfera, a qual consequentemente, passou a ficar mais aquecida do que o normal. O crescimento econômico agride o meio ambiente, no entanto, existem fórmulas que podem dar sustentabilidade na luta ambiental. A reforma tributária está na agenda do governo. E por quê não incluir a tributação para incentivar a preservação ambiental? 

Cientes do perigo que as mudanças climáticas podem representar para a humanidade, o Poder Legislativo em consonância com o Executivo poderiam incluir na pauta da reforma tributária, bônus tributários para empresas que tomassem atitudes reais com o intuito de reverter essa situação.

Antonio Carlos Del Nero, Rio Preto.

 

Cartas

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: leitores@diariodaregiao.com.br

 

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