Diário da Região

02/07/2017 - 00h00min

Artigo

Sonhos

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“Quando se sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é o começo da realidade”. A frase é tão certeira, que se tornou lugar comum. Seu autor, contudo, é um dos maiores escritores das línguas latinas, e de todas as outras também. Trata-se de Miguel de Cervantes Saavedra, sobre o qual reproduzo um pequeno excerto de sua biografia.

“Romancista, dramaturgo e poeta castelhano. A sua obra-prima, Dom Quixote, muitas vezes considerado o primeiro romance moderno, é um clássico da literatura ocidental e é regularmente considerado um dos melhores romances já escritos. Seu trabalho é considerado entre os mais importantes em toda a literatura”.

Neste seu mais famoso romance fica claro que ele era antes de tudo um sonhador. No meu último artigo, “Pensar grande”, apresentei à apreciação dos prezados leitores informações sobre a Estrada de Ferro Norte Sul, definida como: “Espinha-dorsal Ferroviária do País, ligando a Amazônia em Belém, ao Porto Gaúcho de Rio Grande, cobrindo 4.155km”.

Prometi voltar ao assunto, para incentivá-los a sonhar com esta “quase realidade”, em implantação na imensidão do “Brasil-profundo”, ainda longe de ter sido conquistado em todo seu potencial.

Para que possamos entender a magnitude do projeto apoio-me na justificativa, elaborada pela Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., empresa pública, sob a forma de sociedade por ações, vinculada ao Ministério dos Transportes.

Em linhas gerais assim está descrita a importância da obra:

Diante a necessidade de acompanhar o desenvolvimento e demonstrar a evolução das obras e serviços e a importância dos empreendimentos da Ferrovia Norte Sul para o país, foi elaborado o presente relatório:

“Os empreendimentos ferroviários, quando concluídos, irão promover a integração nacional, por meio das suas conexões com ferrovias novas e existentes, ligando o país de Norte a Sul, de Leste a Oeste, e possibilitarão a ocupação econômica e social de diversas áreas, hoje, pouco desenvolvidas, mas que demonstram grande potencial produtivo.

Além disso, a construção dessas ferrovias irá minimizar os custos de transportes de longa distância e interligará as regiões brasileiras a portos de maior calado, sobretudo na região Norte, em posição geograficamente estratégica em relação aos portos da Europa e América do Norte. Assim, a matriz logística se tornará mais eficiente o que aumentará a competitividade dos produtos brasileiros.

No aspecto social, a possibilidade de articulação de diferentes ramos de negócios proporcionada pela implantação desses empreendimentos ferroviários, contribuirá para aumento da renda interna e para o aproveitamento e melhor distribuição da riqueza nacional, com a abertura de novas frentes de trabalho. Isso permitirá a diminuição de desequilíbrios econômicos entre regiões e pessoas, resultando na melhoria significativa da qualidade de vida da população da região”.

Podemos sonhar com esta ferrovia transcontinental, transportando cargas e “gentes” por todos estes rincões, rapidamente em “Trens de Alta Velocidade”, realidade atual no Japão, Europa e principalmente na China em enormes distâncias. Por que isto nos importa? Rio Preto está no centro desta sonhada malha ferroviária!

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