Diário da Região

19/02/2017 - 00h00min

Artigo

Rio Preto moderna

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Aícro Júnior NULL
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Um tema que tem permeado as discussões dos habitantes de Rio Preto, com ampla cobertura da mídia, desafiando a atenta área política, refere-se ao trânsito, cada vez mais intenso nas avenidas e ruas de nossa cidade.

Trata-se de um fenômeno presente em todo o Brasil, pelo elevado número de veículos que circulam diariamente nos centros urbanos de destaque como o nosso, no qual somam-se aos rio-pretenses o crescente número de visitantes que vem à nossa cidade, em busca das facilidades só oferecidas por metrópoles do porte do centro regional de destaque que somos.

Recentemente assisti uma entrevista do arquiteto Jaime Lerner, duas vezes prefeito de Curitiba e duas vezes governador do Estado do Paraná. Sua experiência é reconhecida mundialmente, pelas soluções simples que propõe para tornar as cidades mais amigáveis aos habitantes.

Admirei-me com sua visão a respeito do tráfego de veículos em constante crescimento nas ruas e avenidas, e a medida mágica para terminar de vez com o este transtorno de difícil resolução. Os congestionamentos são responsáveis por enorme consumo de custosos combustíveis fósseis, responsáveis por poluição atmosférica, levando ao provável e temível aquecimento global.

Os prejuízos para a saúde são incalculáveis pela soma do ar impuro que respiramos, o estresse criado pela situação de impotência diante de uma fila interminável de veículos, deslocando-se a passos de tartaruga, em um ambiente ruidoso, insalubre para as pessoas no transito e aquelas das áreas contíguas.

Some-se a isto a perda do tempo precioso dos profissionais que ficam horas parados, sem poder desenvolver atividades produtivas, com diminuição da eficiência, gerando mais um agravante econômico que se acentua com o progresso, configurando um círculo vicioso difícil de ser rompido.

Certamente o atento leitor está interessado em saber qual a “medida mágica” proposta pelo laureado arquiteto Jaime Lerner. Por incrível que pareça a solução oferecida é simples: eliminar o transporte individual das ruas e avenidas, a serem ocupadas por transportes coletivos de grande eficácia (máximo efeito com o menor gasto) com propulsão elétrica, ou por hidrogênio, formas de energia já dominadas e de emprego imediato.

Pensando sobre o assunto lembrei-me de ter escrito alguns artigos a respeito da linha férrea, que corta nossa cidade, passando pelo seu centro, junto à estação dos ônibus urbanos e da Estação Central dos Interurbanos, em construção na antiga Praça Cívica.

Se os trens de carga fossem transferidos para fora do centro, a exemplo do que ocorreu nas cidades de Araçatuba e Araraquara, ficaríamos livres deste transtorno. No lugar destes trens, poderíamos construir um metrô de superfície, que elevaria o status e a fisionomia da nossa cidade. Seríamos pioneiros e modernos no transporte de passageiros, trazendo grande conforto para todos.

Aqui poderíamos ter estações localizadas no Centro de Eventos, Estação da EFA interligado com Estação Rodoviária e de Ônibus urbanos, etc. Mais à frente, poderíamos ter uma estação no Distrito Industrial. Hoje tudo ficaria ainda melhor, com Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) e corredores de ônibus, cruzando os quatro cantos da cidade. Os automóveis ficariam reservados para viagens fora dos centros urbanos!

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