Diário da Região

29/01/2017 - 00h00min

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MARKETING DE AMADOR

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Clubes da região não demonstram nenhum esforço para derrotar a fraca média de público em seus estádios. As vésperas de começar o Campeonato Paulista, após meses sem futebol profissional na cidade, Rio Preto e Mirassol não tiram proveito do produto. No máximo, se limitaram a vender o velho carnê de ingresso em um período de crise e recorde de desemprego, onde nem todo torcedor terá condição de pagar entre R$ 180, no setor das cadeiras do Riopretão, e R$ 240, no caso do Mirassol, para acompanhar os nove jogos em seu território. Óbvio que as vendas emperraram. Ainda mais sem um plano de divulgação, a não ser pelas redes sociais ou reportagens veiculadas sem qualquer cunho publicitário na mídia. Diretorias, encabeçadas pelos presidentes Suélio Ribeiro, do Rio Preto, e Edson Ermenegildo, do Mirassol, deveriam levar o marketing mais a sério.

Patinando

A diretoria do Rio Preto, desde quando assumiu após 32 anos do reinado de Vergílio Dalla Pria, tem seus méritos por tirar o time da Série A-3 e deixá-lo em condições de sonhar com uma vaga no Paulistão - só esteve lá em 2008. Também merece aplausos pela revitalização do estádio Riopretão em dois anos. No entanto, é preciso reconhecer erros em seu departamento de marketing, que não deslanchou.

Trocas

Sob a batuta do presidente Suélio Ribeiro já passaram dois diretores de marketing no Jacaré, Shirtes Pereira e Márcio Marcassa.

Apenas pitacos

Entre os palpites para divulgar a marca do Rio Preto, é possível visitar escolinhas de futebol na cidade e presentear crianças com ingressos. São os torcedores de amanhã e, para ir ao estádio, levará um adulto. Criar uma linha de produtos, com preços acessíveis, e revitalizar a loja do estádio. A área do Riopretão é ampla e cabe ali bar e restaurante temático.

Sem vela e bolo

Torcedores do América se manifestaram nas redes sociais, em um misto de saudosismo e decepção, por mais um aniversário do clube. Neste sábado, o Rubro completou 71 anos de vida e não é nem sombra do que foi enquanto esteve, por 46 anos, na elite do Campeonato Paulista. Afundado na quarta divisão estadual, sem receitas para montar um elenco e com o Teixeirão degradado.

Tradicional

A Federação Paulista de Futebol fez uma homenagem ao América. Publicou, em seu portal, que o clube é “um dos mais tradicionais do Estado de São Paulo” e campeão do Paulista da Série A-2 em 1957, 1963 e 1999, além da Copa São Paulo Júnior de 2006.

Tudo azul

Luiz Donizete Prieto, presidente em exercício do América, tirou proveito, garantiu que o foco é na formação de atletas e que o clube tem um centro de treinamento só para a base. Porém, omitiu que esse centro de treinamento é de um parceiro.

 

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