Diário da Região

02/04/2017 - 00h00min

Flash Bola

Ex-Menudo do SP leva o Tigre ao mata-mata

Flash Bola

Revista Placar/Arquivo MENUDOS - Muller, Silas, Pita, Sidney e Careca ouvem as orientações do técnico Cilinho, em 1985, no São Paulo
MENUDOS - Muller, Silas, Pita, Sidney e Careca ouvem as orientações do técnico Cilinho, em 1985, no São Paulo

Revelado por Cilinho no São Paulo, em 1985, Silas foi um meia criativo que costumava dar muitas assistências aos atacantes. Fez sucesso no Tricolor jogando ao lado de Muller, Sidney (ponta-esquerda), Careca, Pita e companhia. Eles ficaram conhecidos como “Menudos do Morumbi”, numa referência ao grupo musical porto-riquenho, líder das paradas de sucesso na época. Hoje, como treinador, ele levou o Novorizontino às quartas de final do Paulistão.

O campineiro Paulo Silas do Prado Pereira nasceu no dia 27 de agosto de 1965 e começou a carreira nas categorias de base do Tricolor. Foi campeão paulista logo na primeira temporada como profissional. Na final, o São Paulo superou a Portuguesa, do técnico Jair Picerni. Em 1985, ele ajudou a Seleção Brasileira Sub-20 a ganhar o Mundial da categoria, na União Soviética, e foi considerado o craque do campeonato.

Integrou a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1986, no México, eliminada nos pênaltis pela França nas quartas de final. No São Paulo, Silas ainda foi campeão brasileiro de 1986 e voltou a faturar o Paulistão em 1987. Dois anos depois, trocou o Tricolor pelo Sporting de Portugal. Como estava em alta, fez parte da Seleção Brasileira campeã da Copa América de 1989 e foi o camisa 10 do Brasil na Copa da Itália, em 1990, mas não conseguiu se firmar como titular. Pela Seleção foram 38 jogos e um gol.

No segundo semestre de 1990, foi comprado pelo Cesena da Itália (1990/1991) e depois atuou na Sampdoria (1991/1992). Ao voltar ao Brasil, teve passagens discretas pelo Internacional e Vasco. Ressurgiu no San Lorenzo, campeão do Torneio Clausura de 1995. Fez 24 gols em 95 jogos pelo time argentino, tornou-se ídolo da torcida e retornou ao São Paulo em 1997. No total foram 171 jogos (84 vitórias, 53 empates e 34 derrotas) e 35 gols pelo Tricolor. Ainda jogou no Kyoto Sanga e Kashiwa Reysol, ambos do Japão, Atlético-PR, Rio Branco de Americana, Ituano e pendurou as chuteiras na Inter de Limeira, em 2004.

É treinador há dez anos

Um dos precursores do movimento Atletas de Cristo, ao parar de jogar, Silas montou uma franquia de pastéis. Depois, decidiu voltar ao futebol, primeiro como assistente do amigo e ex-goleiro Zetti, no Paraná Clube, e depois como treinador ao substituir Zetti no Fortaleza, em 2007. Em meados de 2008, assumiu o Avaí e subiu o time da Série B para o Brasileirão. Cobiçado por potências nacionais, Silas optou pelo Grêmio, mas acabou demitido no dia 8 de agosto de 2010. 

Assumiu o Flamengo, onde ficou só 45 dias. Retornou ao Avaí e também comandou o Al-Arabi e o Al-Gharafa, ambos do Catar. Entretanto, sua aventura pelo Oriente Médio durou pouco. Ainda dirigiu Náutico, Ceará, América-MG e Portuguesa. Contratado pelo Novorizontino em 7 de março de 2017 para substituir Júnior Rocha, ele obteve duas vitórias (2 a 0 sobre a Ferroviária e 2 a 1 na Ponte Preta), dois empates (2 a 2 com o Audax e 0 a 0 com o Mirassol) e uma derrota (0 a 1 diante do Santos.

 

Di´rio Im&ocute;veis

Di´rio Motors

Esqueci minha senha
Informe o e-mail utilizado por você para recuperar sua senha no Diário da Região.

Já sou assinante

Para continuar lendo esta matéria,
faça seu login de acesso:

Não lembro a minha senha!

Assine o Diário da Região Digital

Para continuar lendo, faça uma assinatura do Diário da Região e tenha acesso completo ao conteúdo.

Assine agora

Pacote Digital por apenas R$ 16,90 por mês.
OUTROS PACOTES


ou ligue para os telefones: (17) 2139 2010 / 2139 2020

Cadastro Grátis
Diário da Região
Clique no botão ao lado e agilize seu cadastro importando seus dados básicos do facebook
Sexo
Defina seus dados de acesso