Diário da Região

07/11/2015 - 00h00min

editorial

Combate sem trégua

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Novo levantamento do índice de Breteau, divulgado pela Prefeitura e publicado hoje no Diário, revela que a situação é muito preocupante em pelo menos oito regiões de Rio Preto, que aumentaram a incidência de larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, na comparação com o estudo de outubro do ano passado. Estão nesse estado áreas rurais do município e as regiões do Eldorado, Vila Toninho, Engenheiro Schmitt, Jaguaré, Parque Industrial e São Francisco, além do Solo Sagrado, onde foi registrado aumento de larvas, mas ainda se mantém dentro de parâmetros aceitáveis.

O Ministério da Saúde considera como taxa segura até o índice 1, em cálculo que leva em conta o número de recipientes encontrados com larvas, proporcionalmente à quantidade de imóveis vistoriados pelos agentes de saúde. O Solo Sagrado estava com índice zero e agora aparece com 0,2. A pior posição atual está na área rural, com índice 5,9, mais que o dobro dos 2,5 observados no mesmo período medido no ano passado.

Além dos pontos em que houve aumento de larvas nos imóveis, o município mantém pelo menos mais cinco regiões com redução, mas não o suficiente para ser considerado sob controle. Por outro lado, é relevante destacar um fato positivo: a Vila Elvira, que aparecia com 2,4, despencou para 0,3; o Parque da Cidadania reduziu de 3,4 para 1,1 na comparação do Breteau divulgado no fim do ano passado com o de agora; Talhado estava com 5 e agora aparece com 0,3; Gonzaga de Campos, que tinha índice de 4,9, reduziu para 1,4. São lugares em que certamente houve uma mudança de postura dos moradores, considerando que não houve distorção na coleta de dados.

A queda no número de lavras encontradas nos quintais deve sempre ser comemorada, mas não pode servir como incentivo à acomodação. O combate ao mosquito da dengue não comporta trégua, pois ao menor sinal de relaxamento a infestação pode se multiplicar e jogar fora todo um trabalho. Inclusive porque o transmissor está adaptado e se prolifera em qualquer época do ano, com frio ou calor, no tempo chuvoso ou seco.

Relativamente aos setores da cidade em que houve aumento, os cuidados precisam ser redobrados. O índice mostra a quantidade de larvas no interior dos imóveis, ou seja, numa circunstância em que o combate ao mosquito depende fundamentalmente da colaboração da própria população. Enquanto isso, obviamente, a população necessita que o Poder Público continue a fazer sua parte, no combate e na prevenção. Rio Preto não pode aceitar mais um ano de epidemia.

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