Diário da Região

09/07/2016 - 00h00min

editorial

Gambiarras

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Sexta-feira, 9h, manhã de sol e pelo menos três semáforos localizados na avenida Bady Bassitt, pista centro-bairro, na aproximação do viaduto Jordão Reis, com problemas típicos dos dias de chuva intensa. Dois dos equipamentos em sinal amarelo intermitente e outro simplesmente apagado. Claro, sem a presença de um guarda municipal para tentar botar um pouco de ordem nos cruzamentos.

Como se não bastassem os transtornos próprios das obras antienchente executadas no local e como também não bastassem as panes semafóricas naquele e em outros trechos, a exemplo dos cruzamentos da avenida Philadelpho próximo à Praça Cívica, em dias de chuva, agora o problema ocorre em qualquer dia e sem um motivo minimamente justificável. Não dá nem para jogar, desta vez, a culpa na CPFL e na sua recorrente lerdeza para providenciar reparos em dias de tempestade e ventania.

A claudicante gestão vai além dos semáforos. O que se observa no trânsito de Rio Preto é mesmo a cultura do improviso e a vocação para fazer gambiarras, como aquela da iluminação feita com postes enferrujados no novíssimo e milionário complexo de viadutos de acesso à região norte. Arte de governar empurrando os problemas com a barriga, impondo todo tipo de transtorno para a população.

A propósito, não é necessário procurar muito para achar outra bizarrice das vias públicas, esta na sinalização vertical. Placas indicando velocidade de 30 km por hora bem ao lado de outra informando 60 km. Lombadas e lombofaixas quase debaixo de semáforos, numa redundância que só ajuda a confundir tanto motoristas quanto pedestres.

O caso das lombofaixas é particularmente exemplar. Colocadas junto aos semáforos, deixam motorista e pedestre sem saber direito de quem é a preferência. Na dúvida, fica-se com o semáforo, o que torna a lombofaixa uma simples faixa a ser usada pelo pedestre quando o sinal fica fechado para os carros. Diferentemente de quando a instalação ocorre na metade dos quarteirões, e não nas esquinas. Como em frente ao Mercado Municipal - sem o acompanhamento do semáforo, fica claro que a preferência é sempre do pedestre.

São inúmeras as situações a indicar a necessidade de se repensar o trânsito de Rio Preto de um jeito mais amplo. Que a Prefeitura pense nisso, em paralelo à execução dos projetos de mobilidade urbana. Tudo, naturalmente, sem deixar de lado outro problema crônico: a conhecida epidemia de buracos, que tira motoristas do sério e faz a alegria dos borracheiros e dos vendedores e fabricantes de amortecedores.

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