Diário da Região

A atualização do índice de Breteau, que mede a quantidade de larvas encontradas nos quintais, trouxe uma boa e uma má notícia para Rio Preto. A boa: a classificação geral do município, que no início do ano estava quatro vezes acima do aceitável segundo os parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS), agora aparece estabilizada no índice 1 - para cada grupo de 100 imóveis verificados pelos agentes de saúde, um apresentou presença de recipientes com larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e do zika vírus.

A má notícia está na classificação específica por setores da cidade, com destaque negativo para a área de abrangência da Unidade Básica de Saúde (UBS) do São Francisco - 27 condomínios e cerca de 50 bairros nas redondezas. A Secretaria Municipal de Saúde, que contabiliza por setores os resultados das vistorias feitas pelos seus 400 agentes, divulgou que essa área localizada na zona sul de Rio Preto está com índice 5,2 - cinco vezes acima do que se pode considerar dentro de limites toleráveis.

Chama atenção o fato de ser uma região com a maior concentração de condomínios horizontais da cidade, e com muitas construções. A conclusão da Prefeitura é que a alta infestação verificada nos imóveis em que seus agentes conseguiram entrar se deve, em grande parte, à proliferação dentro dos condomínios, onde as equipes têm dificuldade de acesso, e o mosquito dos condomínios contribui para turbinar a reprodução por todo lado.

A mobilização anunciada pela secretária de Saúde, Teresinha Pachá, é mais do que oportuna e precisa ser viabilizada o quanto antes. As equipes encarregadas de fazer o controle de larvas pretendem liderar uma força-tarefa na qual será imprescindível o engajamento de síndicos e moradores. De outro lado, será igualmente importante a adesão de imobiliárias e construtoras para apoiar nas vistorias de locais fechados ou de construções paralisadas.

Em parte por uma questão cíclica, em parte por ações continuadas, Rio Preto conseguiu reduzir a infestação do mosquito que só neste ano infectou quase 15 mil pessoas e matou duas por dengue, além de infectar 271 por zika vírus. Mas continua a perder batalhas em alguns setores que podem comprometer o quadro geral. Daí a necessidade de manter vigilância sem trégua em toda a cidade e desenvolver ações mais pontuais, como no caso da zona sul. Enquanto isso, obviamente, cabe à administração municipal também não esquecer os locais públicos expostos à sujeira e em condições propícias para funcionar como verdadeiro paraíso do Aedes.

Di´rio Im&ocute;veis

Di´rio Motors

Diário da Região

Esperamos que você tenha aproveitado as matérias gratuitas!
Você atingiu o limite de reportagens neste mês.

Continue muito bem informado, seja nosso assinante e tenha acesso ilimitado a todo conteúdo produzido pelo Diário da Região

Assinatura Digital por apenas R$ 1,00*

Nos três primeiros meses. Após o período R$ 16,90
Diário da Região
Continue lendo nosso conteúdo gratuitamente Preencha os campos abaixo para
ganhar + 3 matérias!
Tenha acesso ilimitado para todos os produtos do Diário da Região
Diário da Região Digital
por apenas R$ 1,00*
*Nos três primeiros meses. Após o período R$ 16,90

Já é Assinante?

LOGAR
Faça Seu Login
Informe o e-mail e senha para acessar o Diário da Região.
Esqueci minha senha
Informe o e-mail utilizado por você para acessar o Diário da Região.