Diário da Região

10/06/2015 - 00h00min

Neste ano

Projeto prevê 344 cargos por concurso da Educação

Neste ano

Hamilton Pavam Jean Charles se posicionou contra manifestação em Parada Gay em SP
Jean Charles se posicionou contra manifestação em Parada Gay em SP

A Prefeitura de Rio Preto irá contratar 344 servidores para a Secretaria de Educação. Os cargos serão preenchidos por meio de concurso público segundo projeto de lei enviado ontem à Câmara pelo prefeito Valdomiro Lopes (PSB). O projeto foi para o Legislativo no momento em que a pasta de Educação é bombardeada por críticas de associação de funcionários que trabalham na rede municipal de ensino.

O grupo cobra contratação de mais servidores da área. A proposta prevê 275 cargos de professor de educação Básica I “de jornada de trabalho docente de dedicação exclusiva com jornada de 40 horas semanais”. Também serão criados 53 cargos de inspetores de alunos, nove cargos de diretores de escola, seis coordenador pedagógico e um de supervisor de ensino.

A meta do município é de realizar o concurso público ainda neste ano. “São cargos para atender a demanda da Educação e o concurso deve acontecer neste ano”, afirmou o secretário de Comunicação da Prefeitura, Deodoro Moreira.

O projeto foi lido na sessão de ontem. O presidente da Câmara, Fábio Marcondes (PR), afirmou que a intenção é que a proposta será votada pelos vereadores antes do recesso, que começa em julho. “Vou pedir parecer da Comissão de Educação e se estiver tudo certo podemos votar antes do recesso”, disse.

O edital do concurso irá detalhar exigências, como nível superior, e quantidade de vagas que serão destinadas às pessoas com deficiências físicas. De acordo com a justificativa apresentada pelo prefeito no projeto, os novos cargos irão atender às “necessidades” da Secretaria de Educação. Valdomiro também cita a construção de nova escola no loteamento Lealdade e Amizade para justificar as contratações.

“A propositura visa preponderantemente criar os postos de trabalho com o objetivo de atender às necessidades da Secretaria de Educação no desempenho de suas atribuições, em especial, com a construção da Escola de Ensino Fundamental do Residencial Lealdade/Amizade, bem como a necessidade de reposição de aposentadorias, ampliação do atendimento de tempo integral na educação infantil e as constantes municipalizações de creches conveniadas programadas para julho próximo”, afirmou o prefeito.

Crítica

Segundo integrantes da Atem (Associação dos Trabalhadores em Educação Municipal), há falta de professores na rede municipal de ensino, que atende cerca de 24 mil alunos. “Há déficit de pelo menos 200 professores”, afirmou o inspetor de alunos Fabiano Jesus.

A associação aproveitou a sessão para criticar outro projeto, que cria o Plano Municipal de Educação. A proposta será votada em urgência na próxima sessão.

“Quem vai executar esse plano, que são os trabalhadores da Educação, infelizmente não fomos consultados”, disse Fabiano Jesus. A associação criticou ainda a vereadora Celi Regina (PT), que é do sindicato dos servidores. O grupo reclama de “traição” do sindicato e chegou a ficar de costas para Celi, quando a vereadora utilizou a tribuna. A associação quer rivalizar com o sindicato.

 

3B_WEB Jean Charles se posicionou contra manifestação em Parada Gay em SP

Câmara rejeita convocação

Vereadores rejeitaram ontem convocação do secretário de Meio Ambiente, Clinger Gagliardi, para dar explicações sobre contratos fechados com a Constroeste. O requerimento foi apresentado por Marco Rillo (PT). Ele queria cobrar explicação sobre reajuste concedido em contrato de coleta de lixo às vésperas de seu encerramento. Novo contrato de coleta de lixo teve início do final do mês passado, que prevê gastos de R$ 63 milhões, também com a Constroeste.

Nove vereadores votaram contra a convocação. “Vou ter de acionar do Ministério Público. É uma vergonha”, disse Rillo. A Câmara também aprovou inclusão de área ao perímetro urbano em local próximo de onde será construído o Ecoparque, que irá criar até 20 mil empregos.

Cristo

A crucificação de uma transexual, que aconteceu na Parada Gay em São Paulo, no domingo, também rendeu discussão na Câmara. Jean Charles (PMDB) leu nota do arcebispo de São Paulo dom Odílio Scherer, que chegou a criticar “banalização” de símbolos religiosos. “Eu me senti agredido com as imagens”, disse Jean. Márcio Larranhaga (PSC) afirmou que a crucificação poderia ser uma “cena” de perseguição por causa de opção sexual. (VM)

Di´rio Im&ocute;veis

Di´rio Motors

Esqueci minha senha
Informe o e-mail utilizado por você para recuperar sua senha no Diário da Região.

Já sou assinante

Para continuar lendo esta matéria,
faça seu login de acesso:

É assinante mas ainda não possui senha?
Não lembro a minha senha!

Assine o Diário da Região Digital

Para continuar lendo, faça uma assinatura do Diário da Região e tenha acesso completo ao conteúdo.

Assine agora

Pacote Digital por apenas R$ 16,90 por mês.
OUTROS PACOTES


ou ligue para os telefones: (17) 2139 2010 / 2139 2020

Cadastro Grátis
Diário da Região
Clique no botão ao lado e agilize seu cadastro importando seus dados básicos do facebook
Sexo
Defina seus dados de acesso