Diário da Região

10/06/2015 - 17h49min

Brasília

Picciani faz ocntraproposta por acordo em torno do projeto de desoneração

Brasília

O líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), apresentou nesta quarta-feira, 10, ao governo uma contraproposta para tentar viabilizar um acordo em torno do projeto que revê a política de desoneração da folha de pagamento. O peemedebista disse aceitar que os setores de comunicação social, tecnologia da informação, transportes e alguns itens cesta básica tenham uma recomposição de alíquota intermediária, não superior a um terço do índice defendido pelo Palácio do Planalto. Picciani é o relator de um projeto editado pelo Executivo em março que, entre outros pontos, aumenta as alíquotas de recolhimento das empresas incluídas no regime especial de tributação de 1% para 2,5%, principalmente para a indústria, e de 2% para 4,5%, para serviços. O deputado queria que esses quatro setores econômicos fossem poupados do aumento dos tributos, mas agora acena aceitar um reajuste parcial. Mas o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, permanece irredutível e não quer que haja exceções seletivas, o que impossibilitou a votação da matéria hoje pelo Plenário da Câmara. "O governo precisa ter sensibilidade e entender que será aprovado o que é possível. O ministro da Fazenda analisa números, mas é o Congresso Nacional que representa a sociedade", rebateu Picciani. O peemedebista disse que é preciso "excepcionalizar os setores mais sensíveis ao aumento dos tributos". "A princípio, são os setores que têm mão de obra intensiva e margens apertadas na sua competitividade", justificou. "Então (são setores que um) aumento muito duro pode gerar demissões e desemprego ou mesmo setores em que o reflexo do aumento de tributos será repassado diretamente ao cidadão", completou. Diante do impasse nas negociações, o governo e os líderes da base acertaram, em reunião realizada nesta manhã no Palácio do Jaburu, adiar a votação da proposta para a semana que vem. Levy argumenta que não pode haver beneficiamento de setores de forma pontual porque isso "abriria a porteira" para novas concessões. A hipótese é rechaçada por Picciani: "Esses (quatro) setores são os de maiores mobilização na Casa. Se houver convencimentos, não haverá espaço para que (se) abra a porteira", argumentou. Emendas Picciani também revelou que o governo vai editar em breve um decreto para disciplinar a liberação de emendas parlamentares, por meio dos chamados restos a pagar. O congelamento dessas dotações vinha sendo criticado por parlamentares, que precisam das verbas para abastecer suas bases eleitorais.

Di´rio Im&ocute;veis

Di´rio Motors

Esqueci minha senha
Informe o e-mail utilizado por você para recuperar sua senha no Diário da Região.

Já sou assinante

Para continuar lendo esta matéria,
faça seu login de acesso:

É assinante mas ainda não possui senha?
Não lembro a minha senha!

Assine o Diário da Região Digital

Para continuar lendo, faça uma assinatura do Diário da Região e tenha acesso completo ao conteúdo.

Assine agora

Pacote Digital por apenas R$ 16,90 por mês.
OUTROS PACOTES


ou ligue para os telefones: (17) 2139 2010 / 2139 2020

Cadastro Grátis
Diário da Região
Clique no botão ao lado e agilize seu cadastro importando seus dados básicos do facebook
Sexo
Defina seus dados de acesso