Diário da Região

13/07/2016 - 00h00min

CÂMARA

Governo busca nome único na base para sucessão de Cunha

CÂMARA

Antonio Cruz/Agência Brasil O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, sobre a união da base aliada em torno de um candidato só: “Até a hora da eleição, governo acredita que isso será possível”.
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, sobre a união da base aliada em torno de um candidato só: “Até a hora da eleição, governo acredita que isso será possível”.

Mesmo com a formalização de Marcelo Castro (PMDB-PI) como mais um candidato da base aliada para concorrer à sucessão de Eduardo Cunha na presidência da Câmara, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que ainda acredita que até a eleição, prevista para ocorrer nesta quarta-feira, 13, é possível que a base do governo tenha um único candidato. "O governo trabalha com a ideia de que a base tenha um candidato só. Até a hora da eleição, governo acredita que isso será possível", disse, contradizendo a tese de que o governo não está interferindo na disputa.

Questionado se o governo tem trabalhado para tentar convencer Castro a desistir da candidatura, Padilha disse que “não só o Marcelo Castro”. “Queremos que fique um só. Se for o Marcelo Castro “esse um só”, não será ele (que o governo tentará convencer para retirar)”, disse. “Queremos que fique um só da base do governo”, reforçou. Para Padilha, caberá aos líderes fazerem os acordos que podem, inclusive, ir além do mandato tampão da presidência da Câmara. “Nós estamos pensando que (os líderes) podem fazer acerto para 2016, 2017, 2018. Não precisa ser só 2016. Tem muito jogo pela frente”, disse.

Segundo Padilha, o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, tem conversado há mais de uma semana para tentar construir o consenso na base. Na insistência de repórteres de que isso então significava na prática uma atuação do governo, Padilha rechaçou a ideia.

Oposição fraca

Mesmo com os rachas na base, Padilha disse que não vê a oposição “com chance de fazer o presidente da Câmara”.

O ministro negou que o fato de Castro ter votado contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff cause desconforto para o governo e citou o caso de Leonardo Picciani (PMDB-RJ), que também votou a favor de Dilma, e hoje está no governo Temer. “O PMDB tem sido compreensivo com algumas dissidências internas”, disse.

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