Diário da Região

03/12/2015 - 16h52min

OBRAS ANTIENCHENTE

Tucana se recusa a assinar pedido de CPI

OBRAS ANTIENCHENTE

Thomaz Vita Neto Vereadora Alessandra Trigo é autora da lei suspensa pelo TJ (foto: Thomaz Vita Neto/Arquivo)
Vereadora Alessandra Trigo é autora da lei suspensa pelo TJ (foto: Thomaz Vita Neto/Arquivo)

A vereadora Alessandra Trigo (PSDB) praticamente enterrou, nesta quinta-feira, 3, qualquer fio de esperança que parlamentares de oposição tinham sobre a instalação da CPI das obras antienchentes na Câmara de Rio Preto. Em nota publicada nesta quinta-feira nas redes sociais, a tucana afirmou que vai "aguardar as averiguações do Ministério Público e conclusão das obras". 

A manifestação pública de Alessandra ocorreu, por meio de sua página no Facebook, após mais uma sessão em que o vereador Renato Pupo (PSD) cobrou publicamente o apoio dela para a instauração das investigações sobre as recentes enchentes registradas nas cidades, mesmo com a execução das obras pelo governo do prefeito Valdomiro Lopes (PSB). 

Ainda que houvesse a assinatura da tucaninha, porém, a CPI das Obras Antienchentes não seria instalada de imediato, isso porque há outras duas comissões - limite máximo de investigações simultâneas - em trâmite no Legislativo, uma que apura supostas irregularidades cometidas pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) e outra que pretende investigar a falta de internet na região norte do município. A primeira é presidida pelo presidente da Casa, Fábio Marcondes (PR), e a segunda pelo vereador Maurin Ribeiro (PC do B). 

O Regimento Interno do Legislativo prevê, após aprovação de projeto de resolução de Marcondes, que apenas duas CPIs tramitem simultaneamente na Casa. As demais comissões eventualmente criadas precisam aguardar na fila até a conclusão de uma das atuais comissões.

Veja abaixo a nota de Alessandra na íntegra:

'Esporadicamente, São José do Rio Preto sofre com as chuvas torrenciais. E, verdadeiras tempestades têm castigado as ruas e avenidas por sua intensidade e precipitação, concentradas em pontos diferentes da cidade. Resultado: caos, prejuízo na casa dos milhões, tristeza, comoção geral, desconfiança e também julgamentos precipitados por todos os lados, principalmente daqueles que deveriam esclarecer a população e não manipulá-la ao seu bel prazer.
A previsão de entrega das obras antienchentes, antes das chuvas, era Abril de 2016. Agora, não há como prever sua conclusão, sujeito que estamos às condições climáticas. E, mesmo sabendo de tais questões, acompanhamos uma manobra sendo instalada nas mentes e corações dos munícipes, com o advento de uma CPI. É preciso aguardar a efetivação das obras para tal. Enquanto isso, cada vereador que assinou a referida CPI age de acordo com sua consciência. Minha consciência aguarda as averiguações do Ministério Público. Acredito e pauto meu trabalho em prol da verdade e transparência, e sei que meus atos falam por si.'

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