Diário da Região

30/01/2016 - 00h00min

Recapeamento

MP cobra explicação sobre ‘buracolândia’

Recapeamento

Guilherme Baffi Crateras na rua Waldemar Buchala, no Distrito Industrial
Crateras na rua Waldemar Buchala, no Distrito Industrial

A situação das ruas esburacadas de Rio Preto agora é alvo de apuração no Ministério Público. O promotor Carlos Romani deu prazo de dez dias para que o município informe “medidas concretas” que estão sendo adotadas com relação aos buracos da cidade, alvo de recorrentes queixas de moradores de Rio Preto.

Romani pediu informações ao município antes de decidir se instaura inquérito para investigar o que foi classificado como “omissão” da Prefeitura. A reclamação formal chegou ao Ministério Público por meio de queixa de um servidor da Justiça Federal. Primeiro, o servidor Marcos Antonio Quito encaminhou o pedido de providências para a Ouvidoria do Ministério Público, que repassou a reclamação para a Promotoria de Rio Preto.

O morador afirma que as condições atuais de ruas e avenidas da cidade chegam a colocar em risco às pessoas. “Não dá mais para aguentar. Eu fiz questionamento ao Ministério Público na condição de cidadão. Está claro que existiu omissão da Prefeitura ao deixar as ruas esburacadas desse jeito. O Ministério Público tem o poder de apurar isso e até entrar com ação contra a Prefeitura, se for caso. Alguma coisa precisa ser feita”, afirmou ontem o funcionário federal ao Diário.

Segundo o promotor, é preciso “buscar a informação da municipalidade das providências tomadas em relação aos buracos das vias públicas”. “Oficie-se à Prefeitura Municipal para informar sobre as medidas concretas adotadas em relação à reclamação do cidadão, encaminhando-lhe uma cópia, para complementar a representação, fixando o prazo de dez dias para a resposta”, afirma o promotor no pedido enviado à Prefeitura.

A crise do governo com a ‘buracolândia’ atingiu seu ápice no fim do ano passado com a demissão do então secretário de Trânsito, Aparecido Capello. A secretaria é responsável pelo serviço de tapa-buraco. Na ocasião, Capello disse que não tinha conseguido “atingir a meta” de tapar todos os buracos até outubro. A promessa feita pelo secretário provocou desgaste no governo, e o prefeito Valdomiro Lopes (PSB) colocou João Roque Borges de Souza, o coronel Roque, como secretário.

Os buracos continuam a aumentar e a chuva expande as crateras já abertas, como é o caso de buracos no Distrito Industrial. “Temos muito trabalho a fazer. Reforçamos as equipes. Agora são oito. Cinco usam massa quente, que não pode ser utilizada com chuva”, afirmou Roque. O secretário disse que vai relatar ao MP as ações adotadas recentemente.

A Prefeitura também fez contrato para tapar cratera no Gabriela e tem licitação em andamento para tapar ruas no São Marcos. Cratera aberta na avenida Bady Bassitt foi consertada em aditivo no contrato da obra antienchente. Já um empréstimo de R$ 10 milhões para recapeamento de ruas na cidade ainda depende de aval da Secretaria de Tesouro Nacional, do governo federal.

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