Diário da Região

26/01/2016 - 00h00min

Alba Branca

Carlão desafia PT e Capez afirma que será o primeiro a assinar CPI

Alba Branca

Sergio Isso Deputado Carlão Pignatari, líder do PSDB na Assembleia Legislativa
Deputado Carlão Pignatari, líder do PSDB na Assembleia Legislativa

O líder do PSDB na Assembleia Legislativa, Carlão Pignatari, afirmou ontem que duvida que o PT consiga o número mínimo de adesões para abrir a CPI da Merenda. “Sou o primeiro a assinar essa CPI”, disse Fernando Capez (PSDB), presidente do Legislativo estadual, citado por funcionários da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf) de receber propina a cada contrato celebrado entre a entidade e o setor público. “Não recebi um centavo de propina dessa quadrilha”.

Capez disse ontem que será o primeiro a assinar a CPI da Máfia das Merendas proposta pela bancada do PT e prometeu acelerar a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito, caso o pedido tenha o número suficiente de adesões - o regimento estabelece que sejam 32. A Coaf é o alvo principal da Operação Alba Branca, deflagrada terça-feira, dia 19, pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de Bebedouro, no interior do Estado. Um assessor de Fernando Capez - Luíz Gutierrez, o Licá - , teria elo com a organização que superfaturava produtos agrícolas vendidos para administrações municipais.

Licá trabalha no gabinete do tucano e é seu cabo eleitoral na região da Mooca. Outro auxiliar de Capez, Jeter Rodrigues, foi demitido pelo presidente da Assembleia. Segundo Capez, no final de 2015 Jeter usou seu nome para indicar um delegado de polícia em São Paulo. Pelo menos 22 prefeituras são citadas no caso. “É o maior absurdo. Uma brincadeira de mau gosto do PT. Como eles estão enlameados dentro do partido tentam atingir pessoas que não têm nada”, disse Pignatari. “É uma coisa completamente equivocada. Não vai haver nada. Eles não conseguem pegar assinaturas nem no partido deles. 

Nem os 15 deputados do PT assinam”. Nos depoimentos, os funcionários da Coaf afirmaram que o tucano recebia propina que chegava a 25% dos contratos. Além de Capez, eles também citaram o nome do ex-chefe de gabinete da Casa Civil do governo Geraldo Alckmin (PSDB), Luiz Roberto dos Santos, conhecido como ‘Moita’. Os funcionários da Coaf são investigados pela Operação Alba Branca, que desmontou um esquema de corrupção e superfaturamento na venda de produtos agrícolas para merenda de escolas de prefeituras e Estado. O presidente da Assembleia nega as acusações.

 

 

 

>> Acesse aqui o Diário da Região Digital

Di´rio Im&ocute;veis

Di´rio Motors

Esqueci minha senha
Informe o e-mail utilizado por você para recuperar sua senha no Diário da Região.

Já sou assinante

Para continuar lendo esta matéria,
faça seu login de acesso:

Não lembro a minha senha!

Assine o Diário da Região Digital

Para continuar lendo, faça uma assinatura do Diário da Região e tenha acesso completo ao conteúdo.

Assine agora

Pacote Digital por apenas R$ 16,90 por mês.
OUTROS PACOTES


ou ligue para os telefones: (17) 2139 2010 / 2139 2020

Cadastro Grátis
Diário da Região
Clique no botão ao lado e agilize seu cadastro importando seus dados básicos do facebook
Sexo
Defina seus dados de acesso