Diário da Região

14/09/2016 - 00h00min

CASO TAVOLARO

TJ dá prazo a Valdomiro para se defender em ação de corrupção

CASO TAVOLARO

O desembargador do Tribunal de Justiça Nelson Fonseca Júnior deu prazo de 15 dias para o prefeito de Rio Preto, Valdomiro Lopes (PSB), se defender de acusação da Procuradoria Geral de Justiça de suposta prática de corrupção e crime previsto na Lei de Licitações.

Conforme o Diário revelou em julho, a Procuradoria denunciou o prefeito em função de suposto “presente” recebido de um dos sócios da Controeste, Wayne do Carmo Faria Sobrinho, por parte do ex-procurador-geral do município Luiz Antonio Tavolaro. O ex-procurador era o homem forte do primeiro mandato de Valdomiro, de 2009 a 2012.

De acordo com a denúncia do procurador Mário Antonio de Campos Tebet, o ex-procurador-geral recebeu um carro, um Passat, de presente do Grupo Faria, dono da Constroste, que tem vários contratos com a Prefeitura, entre os quais o de serviço de coleta de lixo.

“Consta dos autos de procedimento investigatório criminal que, em 17 de março de 2009, Luiz Antonio Tavolaro solicitou e recebeu, para si e para Valdomiro Lopes da Silva Junior, diretamente, ainda que fora de sua função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, qual seja, um veículo um automóvel da marca Volkswagen, modelo Passat Variant 2.0, cor preta, avaliado em R$ 108.500,00”, diz trecho da ação.

Ação semelhante tramita na Justiça de Rio Preto e pede a condenação de Valdomiro e Tavolaro por improbidade administrativa. Viagem para a China em que foram Alcides Barbosa, tido como sócio de Tavolaro, e Clovis Chaves, ex-assessor de Aloysio Nunes (PSDB), também foram questionadas na ação de improbidade, que ainda não foi julgada.

Na denúncia criminal, além do presidente do carro, suposta dispensa irregular de licitação para a contratação da Constroeste foi apontada como irregular. Depois de analisar as defesas, o Tribunal de Justiça irá decidir recebe ou não a ação. Na denúncia, o procurador também pede a cassação do mandato de Valdomiro, que termina em dezembro.

A assessoria do prefeito Valdomiro Lopes nega as irregularidades e afirma que irá apresentar as justificativas dentro do prazo. Procurada, a assessoria da Constroeste não se manifestou, assim como o advogado de Luiz Tavolaro. O ex-procurador deixou o governo em novembro de 2011 após a Operação Sinal Fechado, em Natal (RN), que apontou que o advogado teria auxiliado elaboração de edital em suposta fraude de R$ 1 bilhão no serviço de inspeção veicular.

 

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