Diário da Região

27/07/2016 - 17h12min

ESCÂNDALO SEXUAL

DIG investiga relação sexual de menor e políticos

ESCÂNDALO SEXUAL

Hamilton Pavam Delegado José Augusto Fernandes junto aos produtos apreendidos
Delegado José Augusto Fernandes junto aos produtos apreendidos

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Rio Preto instaurou inquérito policial para investigar suposto crime de exploração sexual envolvendo uma adolescente de 14 anos em Ipiguá. O delegado José Augusto Fernandes afirmou que a apuração foi iniciada há cerca de 20 dias.

Em depoimento ao Ministério Público, a garota afirmou ter sido obrigada a fazer programas sexuais com políticos, empresário, advogado, médico e um servidor público de Ipiguá. O delegado disse que já pediu perícia em um telefone celular que pode ajudar na apuração do caso. Ele pode pedir a quebra de sigilo dos acusados.

No documento obtido pelo Diário, a menina cita nome do presidente da Câmara de Vereadores, Antonio Teixeira Seron (SD), do ex-vereador Nivaldo Reis (PSB), de um funcionário da prefeitura identificado como Valdir, de um advogado chamado Sinomar e de um empresário identificado como Valdir, além de um médico chamado Alberto.

Fernandes disse que faz investigação com "cautela". A menina estava na casa de uma mulher identificada como Sílvia, responsável pelo agenciamento dos programas, segundo a garota. A mulher é companheira de Abner Saulo de Oliveira Calixto, que matou o delegado da Polícia Civil Guerino Solfa Neto, em junho, durante assalto. A investigação foi encaminhada para o Ministério Público.

A menina citou que os encontros eram realizados em motel próximo do trevo de Onda Verde. “Eu realizava estes programa por volta das 15h e permanecia aproximadamente uma hora com cada pessoa”, disse a adolescente em depoimento.
A adolescente afirmou ainda ao promotor de Infância e Juventude, André Luís de Souza, que recebia entre R$ 50 e R$ 100.

O Diário revelou na edição desta quarta-feira, 27, que a menina afirma que se mudou para a casa de Sílvia após iniciar relacionamento com o filho da mulher. A adolescente menciona que a mãe, que não aprovava o namoro, mudou-se para Catanduva.

O promotor deve pedir auxílio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) para aprofundar a investigação em Ipiguá. A apuração vai depender, por exemplo, da quebra do sigilo telefônico dos acusados.

O crime de exploração sexual prevê pena de quatro a 10 anos de prisão. Reis já disse que ficou surpreso com a acusação feita pela menor. Ele negou ter mantido contato com a menina. O presidente da Câmara foi procurado, seu assessor afirmou que ele iria se manifestar sobre o assunto. Isso não ocorreu nesta quarta-feira.

Atualmente, a menina está com uma família para garantir sua proteção e segurança.

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