Diário da Região

26/07/2016 - 00h00min

ELEIÇÕES 2016

PRP diz que não tem dinheiro e Mané desiste

ELEIÇÕES 2016

SERGIO ISSO Manoel Antunes, após reunião com no PRP: “Gostaria muito de ser mais uma vez prefeito da cidade, mas por decisão partidária, que a gente respeita, estou fora da disputa”.
Manoel Antunes, após reunião com no PRP: “Gostaria muito de ser mais uma vez prefeito da cidade, mas por decisão partidária, que a gente respeita, estou fora da disputa”.

A falta de dinheiro e de tempo de televisão foram os argumentos usados pela direção nacional do PRP para barrar a candidatura a prefeito de Manoel Antunes, conhecido como Mané. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira, 25. E foi o próprio ex-prefeito que afirmou ao Diário: “Estou fora da eleição para prefeito”.

De acordo com o secretário nacional do PRP, Lelé Arantes, a sigla não possui recursos do fundo partidário e tempo de TV para garantir que Mané entrasse em igualdade de condições para disputar o pleito. A legenda estima que a campanha para prefeito na cidade custaria cerca de R$ 1 milhão. Neste ano, a legislação eleitoral impede doações de empresas.

“Tudo isso foi conversado antes. O professor (Mané) foi avisado que não tinha dinheiro e televisão. Tinha uma série de circunstâncias que estavam em jogo”, disse Lelé Arantes.

Durante reunião promovida nesta segunda-feira na sede nacional do partido em Rio Preto, Mané foi convidado para disputar uma cadeira na Câmara, na eleição de outubro. Ele recusou de pronto. “Não vou. É fora de cogitação”, afirmou o ex-prefeito, que também rechaçou a possibilidade de ser candidato a vice. “Já pensou ser vice do Edinho?”, ironizou Mané ao citar a possibilidade de o PRP fechar acordo com o pré-candidato a prefeito pelo PMDB, Edinho Araújo, com quem o ex-prefeito está rompido desde a eleição de 2000.

“Gostaria muito de ser mais uma vez prefeito da cidade, mas por decisão partidária, que a gente respeita, estou fora da disputa. Gostaria de ser prefeito porque tenho várias razões. Gosto do povo e da cidade”, afirmou Mané durante o anúncio da desistência.

Contrariado, o ex-prefeito não quis comentar a decisão do PRP. “Às vezes, vou falar aqui e não vão gostar. Quero sair daqui em paz e com tranquilidade”, disse. “No momento é isso. Bola pra frente e vamos aguardar o andar da carruagem.”

Lelé citou que Antunes sempre soube que o partido tinha dificuldades financeiras e pouco tempo de televisão para fazer campanha. “Nosso tempo de televisão iria permitir a aparição dele uma vez por dia. Não temos dinheiro. Não pode mais receber doação de empresa”, afirmou o secretário do partido.

Ele afirmou que o recurso do fundo partidário já estaria comprometido com outras despesas da sigla. “Não podemos correr o risco de deixar o professor na mão no meio da campanha”, afirmou.

Lelé disse ainda que, além de dinheiro para a campanha de prefeito, é necessário recursos para pagar o programa de televisão, carros na rua, jornalistas, cabos eleitorais e as campanhas de candidato a vereador. “É uma máquina que você põe para trabalhar”, disse.

O dirigente do PRP comentou sobre a possibilidade de Mané ser candidato a vereador. “Não podemos obrigá-lo a ser candidato a vereador”, afirmou Lelé. “Mas agora corremos o risco de não eleger vereador”, acrescentou o secretário do partido diante da ausência de Mané nas eleições deste ano.

PP já admite mudar de lado

O presidente do PP de Rio Preto, vereador Paulo Pauléra, marcou nesta segunda-feira, 25, a convenção do partido para 5 de agosto. A decisão sinaliza que ele pode abandonar a aliança com o PMDB para ficar com o grupo político do prefeito Valdomiro Lopes (PSB).

Pré-candidato do PMDB a prefeito na eleição de outubro em Rio Preto, o deputado federal Edinho Araújo, já considera essa possibilidade. Os peemedebistas não conseguem encaixar o PP nas coligações proporcionais - de vereadores. “Preciso ver o que é melhor para o partido, que não pode ficar sozinho”, disse Pauléra.

O deputado federal Fausto Pinato, secretário-geral do PP no Estado, também afirmou nesta segunda-feira que a legenda vai acompanhar a decisão de Pauléra.

O PTB, que é presidido pelo vereador Jorge Menezes, é outra legenda que ainda não decidiu quem irá apoiar na eleição de outubro.

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