Diário da Região

22/10/2016 - 00h00min

O MAIS VOTADO

Polícia Federal apreende computadores de vereador em Bonifácio

O MAIS VOTADO

Divulgação O presidente da Câmara de José Bonifácio, Rafael Nizato (SD)
O presidente da Câmara de José Bonifácio, Rafael Nizato (SD)

A Polícia Federal cumpriu três mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira, 21, em José Bonifácio. O alvo da operação foi o presidente da Câmara Rafael Nizato (SD), que é investigado suspeito de ter cometido crime durante o processo eleitoral deste ano.

Agentes federais apreenderam computador no gabinete do vereador na Câmara de José Bonifácio. Nizato acompanhou as buscas, feitas por determinação judicial, que também ocorreram na casa dele e de bar do qual ele seria dono. A PF informou que a denúncia teria relação com a transferência fraudulenta de títulos de eleitor para beneficiar o então candidato.

O presidente da Câmara foi o mais votado na eleição do último dia 2, quando recebeu 827 votos e foi reeleito. Ele nega as acusações de compra de votos. Os computadores apreendido durante a busca vão passar por perícia, que ainda depende de autorização da Justiça Eleitoral. A investigação foi iniciada a pedido do Ministério Público Eleitoral.

De acordo com a PF, o vereador do SD não ofereceu resistência contra o trabalho dos agentes federais, que se dividiu em três equipes. “Fui alvo de denúncia anônima. Alegaram que eu teria uma agenda para privilegiar pessoas. A Justiça tem o direito de investigar, mas tenho minha consciência tranquila”, afirmou Nizato, que disse que irá fazer parte da base do prefeito eleito Celso Gaúcho (PSD).

Caso Marcondes

O promotor da 125ª Zona Eleitoral, Cláudio Santos de Moraes, afirmou nesta sexta-feira, 21, que não precisa aguardar o fim das investigações por suspeita de compra de voto para ingressar com ação para cassar o mandato do presidente da Câmara de Rio Preto, Fábio Marcondes (PR). A PF investiga ainda supostos crimes de abuso do poder econômico e despesas não declaradas pelo vereador à Justiça Eleitoral.

“Assim que tiver os elementos em mãos já posso ingressar com ação. Isso pode acontecer antes da conclusão do inquérito policial, que segue na sua fase de investigação”, afirmou o promotor. No último dia 7, agentes federais apreenderam diversos documentos na casa do cabo eleitoral Rogério Martins, que trabalhou na campanha de Marcondes. Os documentos indicam compra de voto, entre os quais uma lista, já divulgada pelo Diário, que traz uma série de tarefas que seriam realizadas por Martins.

Todo o material apreendido vai passar por perícia. A PF quer que o juiz da 125ª Zona Eleitoral, José Manuel Ferreira Filho, determine um prazo para a conclusão da análise do conteúdo do celular e dos pen drives apreendidos em posse do cabo eleitoral. Desde que as acusações vieram à tona Marcondes, que foi o vereador mais votado em Rio Preto, com 8.095 votos, preferiu ficar em silêncio. Em nota, ele negou qualquer tipo de irregularidade na campanha.

 

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