Diário da Região

17/04/2017 - 14h43min

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Delator diz que negociou privatização do Semae com Rillo

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O deputado João Paulo Rillo (PT) está entre os seis parlamentares da Assembleia Legislativa de São Paulo citados em delações de executivos da Odebrecht. Outros são Fernando Capez (PSDB), Barros Munhoz (PSDB), Roberto Massafera (PSDB), Luiz Fernando Teixeira Ferreira (PT) e Campos Machado (PTB). Eles serão investigados pela Procuradoria da República em São Paulo. A soma das doações aos deputados estaduais apontadas pelos delatores chega a R$ 1 milhão.

Chamado de 'Boiadeiro' na lista de repasses da Odebrecht a políticos, Rillo  recebeu doações de R$ 500 mil da construtora, em 2012, quando era candidato a prefeito de Rio Preto, como foi relatado pelo ex-diretor regional de São Paulo, Guilherme Pamplona Paschoal. O delator contou que havia sido escalado pelo executivo Fernando Reis, então presidente da Odebrecht Ambiental, para identificar "os potenciais candidatos de municípios" onde a empreiteira já possuía concessão e cidades onde ‘houvesse o interesse da companhia para que houvesse algum tipo de processo de participação privada no serviço de água e esgoto".

 

 

Veja vídeo do delator sobre Rillo

 

 


Guilherme Pamplona Paschoal, da Odebrecht, lembrou de que o parlamentar "se mostrou interessado" em apoiar um projeto de privatização do serviço de água e esgoto da cidade proposto pela construtora, inicialmente, em seu gabinete na Assembleia Legislativa.

Em troca, a Odebrecht realizou a doação de R$ 500 mil ao diretório nacional do PT, que seria repassada ao então candidato e deputado estadual por São Paulo, de acordo com o depoimento. O pagamento teria sido confirmado em jantar, em um dos restaurantes mais caros da capital paulista.

"A gente se encontrou no Rubayat. Eu lembro que foi durante a semana, à noite, foi um jantar, onde confirmei a ele a intenção de contribuição e que seria feita uma contribuição oficial no diretório do PT. Eu sabia que seria feita no diretório nacional e que ele teria que procurar as pessoas que cuidavam deste tema dentro do partido", relatou o diretor superintendente da Odebrecht.

O Diário enviou questionamento e espera pela manifestação da assessoria de deputado. Em entrevista anteriores, o petista negou ter recebido doações da empreiteira.

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