Diário da Região

13/01/2017 - 00h00min

CRISE NOS PRESÍDIOS

Beneficiado por Força Nacional considera tropa ‘insuficiente’

CRISE NOS PRESÍDIOS

Os Estados têm avaliações diversas sobre o que a Força Nacional pode representar de ajuda em um momento de crise. "A Força Nacional é positiva, mas insuficiente", afirmou o secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, Cezar Schirmer, que, desde que assumiu a pasta, há quatro meses, dispõe da ajuda da tropa especial. Em agosto, o Estado recebeu reforço de 136 homens e mulheres da Força para conter uma onda de violência em Porto Alegre.

Estopim da crise, uma mulher de 44 anos havia sido assassinada na frente da filha, enquanto esperava o outro filho sair de uma escola - episódio que marcou a demissão do secretário anterior. Na visão de Schirmer, o principal impacto é fazer as pessoas se sentirem mais seguras, embora a atuação seja limitada e o efetivo, pequeno. "Ela dá para a população a percepção de mais segurança", disse. "Minha convicção é que a percepção negativa é maior do que a insegurança real. A insegurança é grande, mas a percepção é muito maior."

Schirmer disse contar com 71 agentes. "Como eles não trabalham 24 horas, na verdade se transformam em 20 e poucos. A presença é positiva, eles vêm com viaturas, equipamentos, têm presença ostensiva, efetividade boa, mas eu gostaria que o efetivo fosse maior", afirma o secretário. "Não são os 71 que vão mudar a realidade."

O Ministério da Justiça autorizou na segunda-feira a permanência da tropa em Natal, no Rio Grande do Norte, por mais 60 dias. A cidade, juntamente com Porto Alegre e Aracaju, deve ser uma das primeiras beneficiadas pela chegada de uma equipe permanente da Força, no âmbito da implementação do Plano Nacional de Segurança Para as autoridades potiguares, o apoio é necessário.

"A Força Nacional é imprescindível para concluirmos medidas que estamos adotando. É importante deixar claro que a Força tem atuado nas áreas mais críticas", disse o secretário de Segurança, Caio Bezerra. As medidas, exemplifica ele, consistem em lançamento de concursos para as polícias, bombeiros e o serviço de perícias, diante do déficit de pessoal.

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