Diário da Região

30/09/2017 - 00h00min

FUTEBOL FEMININO

Saga do Rio Preto entra em documentário

FUTEBOL FEMININO

Ozair Jr 29/9/2017 Três jornalistas estrangeiras e uma brasileira filmam treino do Rio Preto no arruinado campo do Solo
Três jornalistas estrangeiras e uma brasileira filmam treino do Rio Preto no arruinado campo do Solo

A história de superação do Rio Preto e o perfil modelo de trabalho do Santos farão parte do documentário jornalístico “A Girls’ Game”. Um grupo de quatro jornalistas, três estrangeiras e uma brasileira que reside na Tailândia, está fazendo a produção do trabalho que será lançado em janeiro na Europa. O time tem Irene Caselli, italiana de Nápoles e que já morou na Argentina, faz rádio e texto; Claudia Jardim, paulistana, ex-correspondente na Venezuela e, hoje, está na Tailândia; Mariângela Maturi, também italiana que mora na Inglaterra, e a fotógrafa Melissa Lyttle, de Los Angeles.

“É um projeto multimídia, com documentário para tevê, rádio e matérias para sites e jornais”, explicou Irene.

A ideia surgiu para contar a história de uma garota da Gâmbia (país africano), que morreu para chegar à Europa com o sonho de jogar futebol.

“Seria interessante também mostrar as dificuldades que as meninas têm para jogar futebol. A gente agora está no Brasil, mas vamos para a Gâmbia e faremos uma comparação com a Inglaterra, onde as meninas têm mais oportunidades de jogar, porém, falta de apoio financeiro e, com isso, precisam ter outros trabalhos”, disse Irene.

A história das meninas do Juventude, recentemente contada no livro ‘Meninas, o sonho de bola’, do jornalista Carlos Petrocilo, contagiou a equipe de documentaristas. Elas vieram para Rio Preto acompanhar o Santos e os bastidores da final do Paulistão, porém, ficaram admiradas que, apesar de toda a falta estrutura, as rio-pretenses conquistaram títulos do Brasileiro e do Paulistão.

As jornalistas também já ouviram a craque Marta em Orlando, nos Estados Unidos, e a jogadora Nadia Nadim, da Dinamarca, que nasceu no Afeganistão e começou a jogar nos campos de refúgio após a morte dos pais, aos 12 anos. Agora está na seleção da Dinamarca e, em janeiro, irá para o Manchester United, da Inglaterra. “No Brasil vamos falar com a Emily Lima, que era a técnica da Seleção, a garota Laura, de São Carlos, que enfrentou dificuldades para jogar uma competição regional pelo regulamento só permitir masculino”, disse Irene. “São histórias diferentes, cada time tem uma particularidade e, pela determinação, ganha no final. As mulheres fazem coisas incríveis.”

Os bastidores e as informações do documentário podem ser acompanhados pelas redes sociais pelo Twitter e Instagram @agirlsgame e tambpem no Facebook agirlsgame.

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