Diário da Região

03/03/2017 - 00h00min

EM BUSCA DE REFORÇOS

A um ponto da degola, Rio Preto tenta sobreviver no A-2

EM BUSCA DE REFORÇOS

Leo Roveroni / Assessiva Comunicação Zagueiro André Vinicius será inscrito pelo Jacaré: objetivo é aumentar estatura da equipe
Zagueiro André Vinicius será inscrito pelo Jacaré: objetivo é aumentar estatura da equipe

A vitória sobre o São Caetano aliviou, mas não diminuiu a pressão sobre o Rio Preto para se afastar de vez da zona do rebaixamento e começar a brigar pela classificação à fase semifinal do Campeonato Paulista da Série A-2. Tanto que a diretoria já trabalha para buscar mais dois reforços para o técnico Carlos Rossi. Um viria para o ataque e outro para o setor de meio-campo. O time tem 25 atletas inscritos no A-2 e o 26º será o zagueiro André Vinícius, um dos últimos a chegar na fase de preparação.

Formado na base do Corinthians e com passagens por CRB de Alagoas e Osasco Audax, ele chega para suprir uma carência detectada por Rossi. “Nosso time tem uma estatura baixa e precisamos subir. Tirando os dois zagueiros e o Guilherme Noé, pode ver que até mesmo usei o Sávio para ajudar nas bolas altas”, disse Rossi. “Um jogador de contensão que é rápido e faz essa função é o André Vinícius”, emendou.

Para o duelo de domingo, às 10 horas, contra o Juventus, na Rua Javari, o Rio Preto deve manter a mesma equipe que iniciou frente ao Azulão. “O Juventus tem um bom time, o Wilson Júnior (técnico) é um treinador de qualidade e por isso será um jogo complicado. A gente precisa fazer dessa vitória contra o São Caetano um divisor de águas. Tínhamos um planejamento de somar no mínimo quatro pontos nestes dois jogos e ficou mais próximo com esse resultado”, emendou Rossi. Depois do duelo do final de semana, o técnico terá uma semana cheia para trabalhar até receber o Barretos, no sábado, dia 11 de março.

Nesta quinta o duelo foi transferido das 16h para as 19h a pedido da Rede Vida. Com dez pontos, o Rio Preto tem um a mais que o Moleque Travesso, que está na zona da degola, e está a cinco da zona de classificação à fase semifinal - o Água Santa tem 15. “O time precisa ganhar confiança, controlar a ansiedade. Não vinha jogando mal, mas os resultados não vinham. Contra o São Caetano até poderíamos ter definido o jogo antes, mas essa ansiedade fez com que o time rifasse a bola e trouxesse o adversário para cima.

Mas no final o time foi premiado”, finalizou Carlos Rossi. O time esmeraldino segue com baixas por conta de lesões, casos do atacante Bruno Nunes, que fez só um jogo, assim como o meia Wangler e o lateral-esquerdo Gleidson. Este, aliás, deve voltar a treinar com bola na próxima semana, podendo atuar contra o Barretos. O zagueiro Alexandre, que participou de quatro jogos até se machucar diante do Guarani, é outro no departamento médico.

 

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