Diário da Região

12/01/2016 - 10h40min

São Paulo

Recuperação técnica ajuda Bovespa a iniciar pregão em alta, mas Petrobras pesa

São Paulo

A Bovespa até tentou uma recuperação no início do pregão desta terça-feira, 12, após perder os 40 mil pontos na segunda-feira, 11, e terminar no menor nível desde 17 de março de 2009. Entretanto, o ímpeto mais forte durou pouco, com o Ibovespa pressionado pelas ações da Petrobras, que divulgou nesta terça uma revisão do plano de investimentos para 2016. Às 10h25, o Ibovespa ganhava 0,15%, aos 40.009,23 pontos. Entre as blue chips, Petrobras perdia 2,77% no papel ON e recuava 2,79% no PN. Já Vale (ON -0,20% e PN -0,25%) oscila entre pequenos ganhos e perdas, enquanto os bancos (Itaú PN +0,82% e Bradesco PN +0,51%) tinham um desempenho melhor. O órgão de planejamento econômico da China disse nesta terça que o crescimento do PIB em 2015 deve ficar em cerca de 7%, em linha com a meta do governo. Além disso, o banco central chinês (PBOC) anunciou que mais bancos centrais estrangeiros vão poder negociar no mercado de câmbio onshore da China. O PBOC também orientou para baixa a taxa de paridade do yuan com o dólar, mas a moeda acabou fechando em alta. No mercado acionário, o índice Xangai Composto teve leve alta de 0,2%, muito pouco para compensar o tombo de 5,3% na véspera. Já o petróleo opera com volatilidade e ronda os menores níveis desde o fim de 2003. No front corporativo o destaque é a Petrobras, desta vez porque anunciou os ajustes no Plano de Negócios e Gestão (PNG) 2015-2019, reflexo da revisão de projeções para o câmbio e para o petróleo. Conforme a estatal, os desinvestimentos para biênio 2015-2016 foram mantidos em US$ 15,1 bilhões. Já o investimento total previsto para período entre 2015-2019 é de US$ 98,4 bilhões, o que representa uma redução de US$ 32 bilhões ante o previsto inicialmente. Os ajustes nos investimentos resultaram em redução da projeção de produção. A produção média de petróleo no Brasil em 2015 somou 2,128 milhões/bpd, volume 0,15% superior à meta e 4,6% acima de 2014. Nesta terça, a ação PN da estatal terminou a R$ 6,09, no menor nível desde 7 de junho de 2004, conforme dados da Economática. Já o papel PNA da Vale fechou a R$ 10,24, cotação mais baixa desde 19 de outubro de 2004.
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